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| Edição
Online: 2º semestre de 2005 | 

TESE
DE DOUTORADO

Reitora do UNIBERO defende Tese inédita
sobre o ISO 9000 nas instituições
de ensino.
Em ato solene ocorrido em 06 de outubro
do corrente, na Universidade de São
Paulo (USP), a Profª Mônica Morejón
defendeu sua tese intitulada A IMPLANTAÇÃO
DO PROCESSO DE QUALIDADE ISO 9000 EM EMPRESAS
EDUCACIONAIS. O ato teve início
às 9h, nas dependências da
prestigiosa universidade.
Presidida
pela Profª Drª Antonia Fernanda
Pacca Almeida Wright, orientadora, a rigorosa
banca examinadora teceu muitos elogios ao
trabalho e, à guisa de curiosidade,
endereçou algumas questões
à candidata. Essas questões
estavam relacionadas ao pioneirismo desta
pesquisa, bem como ao leque de possibilidades
abertas por tal pesquisa, qualificada como
séria, didática e brilhante.
A defesa transcorreu em clima de tranqüilidade
e, ao final, a banca atribuiu nota dez com
distinção e louvor
cum laude.
Em
verdade, a Profª Drª Mônica
Andrés García Morejón
já portava o título de doutora,
advindo de seus estudos e trabalhos empreendidos
na área da saúde. Com o título
ora obtido, ela é duplamente doutora
e, desta feita, com uma pesquisa totalmente
voltada para a implantação
e o gerenciamento de normas que objetivam
a qualidade total em escolas.
PARABÉNS,
DRª MÔNICA!!!
Faça o download
da Tese.
PDF: A
IMPLANTAÇÃO DO PROCESSO DE QUALIDADE
ISO 9000 EM EMPRESAS EDUCACIONAIS.
Editora: Profª Ms. Mônica Derito
Ramos
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GNS
VENCE O CAMPEONATO DE FUTSAL
O
Campeonato de Futsal já tem seu vencedor!
Nos
dias atuais, temos observado um aumento considerável nas discussões
sobre obesidade e atividade física, e o UNIBERO, preocupado também
com a saúde de seus alunos, resolveu oferecer atividades esportivas e recreativas
por meio de várias modalidades desportivas coletivas, tais como voleibol,
futsal, e handebol, uma vez que sua prática pode promover intervenções
quanto à cooperação, convivência, participação,
inclusão, para a educação de todos os segmentos da sociedade
brasileira.
Organizado pela Coordenação do Laboratório
de Eventos, o I Torneio de Futsal-Interclasses, que ocorreu ao longo do
segundo semestre de 2005, contou com a participação de alunos oriundos
de vários cursos, sempre acreditando no ideal olímpico que assegura
que o mais importante é competir. No entanto, apesar da boa vontade de
todos, deveria haver um campeão, pois se tratava de uma competição.
O
encerramento do evento foi realizado no dia 19 de novembro (sábado), com
a vitória da equipe de Gerenciamento de Negócios Securitários
(G.N.S.), que fez uma brilhante campanha. Parabéns a todos da equipe por
sua garra e determinação, e parabéns a todos os participantes,
que também contribuíram para o êxito de mais este evento oferecido
pelo UNIBERO.
GALERIA DE FOTOS: Torneio
de Futsal
Autoria:
Prof. Mário Guerra
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IV
SEMANA
DE COMUNICAÇÃO PROF. JULIO
MOREJÓN
1º
dia do evento - 09/11/2005
Palestra: OMO: POR
QUE SUJAR FAZ BEM?
Palestrante: Rodrigo
Toledo, da Lowe World Wide
Clique
na imagem acima para conferir a galeria
de fotos deste dia.
A
abertura oficial da IV Semana de Comunicação
Prof. Julio Morejón, ocorrida
no dia 9 de novembro, contou com a presença
interessada dos alunos de Publicidade e
Propaganda e Design Digital, que lotaram
o Auditório Mozart.
Após uma apresentação
bastante divertida por parte dos alunos
do 6º Período de PP - Ag. Êlise
com o Programa da Zunilde -, tivemos a palestra
de Rodrigo Toledo, da Lowe World Wide, com
o tema "OMO: por que se sujar faz bem?"
O palestrante apresentou a agência,
citando sua atuação no mundo,
destacando seus principais clientes e apresentando
uma série de vídeos com campanhas
bem sucedidas no Brasil e na Argentina,
para, então, entrar especificamente
no tema proposto.
A esse respeito, notamos que a apresentação
foi de encher os olhos e arrebatar todos
os que estavam presentes, tanto em função
da qualidade das peças apresentadas
quanto pelo componente emocional envolvido.
Temos que levar em conta que, nos primórdios
da propaganda no Brasil (e o sabão
em pó OMO é bastante antigo
em nosso mercado), os produtos vendiam em
função da qualidade que apresentavam
ou do que era alardeado pela propaganda,
ou seja, a dona de casa comprava OMO porque
ele lavava melhor, tirava mais manchas e
exigia menos esforço no lavar - pelo
menos, esta era a imagem veiculada!
Atualmente, o apelo da propaganda envolve,
como o próprio palestrante colocou,
toda uma questão existencial, na
medida em que apresenta a idéia de
que não há como ocorrer aprendizado
sem "manchas", isto é,
sem tropeços, sem erros que nos façam
recomeçar tendo uma idéia
mais completa do que estamos enfrentando.
Como ocorreu esta passagem?
A associação das manchas do
aprendizado com as manchas da roupa é
bastante óbvia para o público
ao qual as peças publicitárias
se destinam, mas como se chegou a isso?
A partir de que momento as emoções
suscitadas por um tema bem escolhido passaram
a vender quaisquer produtos, convencendo
o consumidor de que haveria uma associação
natural entre qualidades humanas e a utilização
de determinado bem de consumo?
Acreditamos que, nesse momento, o tema facultou
uma discussão bastante pertinente
aos nossos futuros publicitários,
ampliando a visão para além
das técnicas e métodos de
persuasão que tantos crêem
ser o ponto fundamental da comunicação.
A fala de Rodrigo Toledo foi bastante dinâmica
e, quando de seu encerramento, os alunos
foram aos workshops do dia:
» FAÇA A DIFERENÇA -
COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS NUM MERCADO
COMPETITIVO, com as profissionais Neusa
Ramos, gerente da Cobra Tecnologia, e Valéria
Movio, gerente do Grupo Notre Dame/Intermédica
» LUZ e SOMBRA, com Gustavo Dias Bonfim,
professor do UNIBERO e gerente da Unimed
Além
das palestras e workshops, a semana ofereceu
a oportunidade de todos conhecerem os trabalhos
realizados pelos alunos de Publicidade e
Propaganda e Design Digital. A sala 126,
sob a coordenação da Profª
Cristine de Bem e Canto, apresentou os trabalhos
realizados pelos alunos de Fotografia -
uma oportunidade de conhecermos a visão
dos alunos sobre a nossa metrópole.
Na sala 127, a Profª Marilia Fiorillo
nos mostrou que "Filosofia não
tem mistério", expondo os trabalhos
dos alunos de Publicidade. Os Trabalhos
Interdisciplinares foram expostos na sala
128 e as novidades do mundo digital da turma
de Design foram disponibilizadas na sala
130.
Autoria:
Profª Iara B. Pasta
Editora: Profª Ms. Mônica Derito
Ramo
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2º
dia do evento - 10/11/2005 Palestra: O reposicionamento
da marca UNIBANCO Palestrante: Rodrigo Makray,
da agência F/NazcaSaatchi&Saatchi 
Clique
na imagem acima para conferir a galeria de fotos deste dia. No
dia 10 de novembro de 2005, tivemos a presença, no Auditório Mozart,
de Rodrigo Makray, da agência F/Nazca Saatchi & Saatchi, apresentando
o case sobre o reposicionamento da marca UNIBANCO. A abertura foi realizada pelo
Prof. Ms. Elwyn Lourenço Correia, Coordenador dos Cursos de Comunicação
Social do UNIBERO, que apresentou o palestrante e deu início ao segundo
dia da IV Semana de Comunicação Prof. Julio Morejón.
O Auditório Mozart estava lotado. Os alunos e professores dos cursos
de Publicidade e Propaganda e Design Digital realmente prestigiaram o evento,
que também atraiu muitos ex-alunos nossos. O palestrante apresentou
o histórico e as fases da campanha de reposicionamento da marca UNIBANCO.
Inicialmente ele mostrou a pesquisa realizada com o público sobre a marca
UNIBANCO e o que ela representava. A campanha anterior era tradicional e transmitia
ao público uma imagem elitizada do banco. A proposta solicitada
pela instituição financeira era de uma campanha mais inovadora,
onde as pessoas pudessem encontrar identificação e empatia com a
marca UNIBANCO. Depois de muita pesquisa e planejamento, a agência F/Nazca
Saatchi & Saatchi chegou ao slogan a partir do qual a campanha foi desenvolvida:
Nem parece banco. Rodrigo Makray apresentou e explicou os filmes
da campanha com as animações e os personagens criados pela agência.
Antes da campanha ser veiculada na mídia, foi realizado o endomarketing
com os funcionários do UNIBANCO para a preparação da nova
cultura organizacional. Na pesquisa Top Of Mind, o UNIBANCO ficou
em 1º lugar após a divulgação da nova campanha publicitária.
Assim, foi com muito orgulho que Rodrigo Makray apresentou, aos alunos do UNIBERO,
todas as peças e filmes, fotos das novas agências e dos produtos
específicos do banco. Atentos, os alunos se divertiram e gostaram dos personagens
da campanha. Ao final da palestra, todos os presentes tiveram a oportunidade
de debater com o palestrante sobre o exposto, havendo, portanto, uma saudável
troca de idéias. O Prof. Elwyn fez o encerramento e os alunos foram participar
dos workshops da noite. Autoria:
Profª Rejane T. Dutra Wronowski Editora: Profª Ms. Mônica Derito
Ramos
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3º
dia do evento - 11/11/2005 Palestra: Criação
e arte na hipermídia Palestrante: Paulo
Cezar Barbosa Mello, Professor do UNIBERO e Diretor da PM Studium 
Clique
na imagem acima para conferir a galeria de fotos deste dia. O
Auditório Mozart, no último dia da Semana de Comunicação
(11/11/2005), estava repleto de jovens interessados nas informações
atualizadas das linguagens comunicacionais e quebras de paradigmas estéticos
e tecnológicos. A palestra do Prof. Paulo Cezar Mello mostrou-nos
exatamente isso: a necessidade de pensarmos diferente, vermos a tecnologia como
suporte da arte contemporânea, pós-moderna ou outra expressão.
Afinal, por mais que estabeleçamos classificações, surpresas
sempre poderão surgir. Para alguns pode parecer óbvio,
mas, para outros, a hipermídia é uma novidade. Hipermídia
é a convergência de diversas mídias com características
interativas, a união do audiovisual com a informática. A hipermídia
alterou a percepção do espaço e das idéias criando
o suporte da arte, ou seja, a tecnologia se apropria da expressão artística
dominando a linguagem e a comunicação sem fronteiras. Esse
tipo de suporte, a hipermídia, caracteriza a era. A tecnologia influencia
e cria uma nova cultura de massa. A arte não é mais confinada a
museus, pois está na rede. Antes pensávamos analogicamente, hoje
digitalmente. Não há substituição de uma pela outra,
mas sim se agrega conhecimento, pensamos e agimos interativamente. A
percepção é o foco da criação; o que antes
era extravagância, hoje é metodologia. Não basta ser diferente;
precisamos entender diferente. Quebra-se o paradigma do receptor e emissor com
a hipermídia. O limite entre a realidade e a ficção chega
a um estreitamento. Na comunicação, a percepção
é a hiperdimensionalidade. Por exemplo: poderíamos viver sem e-mail,
Orkut, MSN? Precisamos pensar num novo projeto de comunicação: temos
que mudar a linguagem, a tecnologia, a estética, a velocidade da informação.
Precisamos ver o que existe e fazer diferente. A hipermídia ajuda e traz
recursos para fazermos coisas novas, compartilhar conhecimento. O conhecimento
da linguagem é mais importante do que o conhecimento da tecnologia. A proposta
do palestrante remete a um pensar diferente, pensar como co-autor, interferir
na linguagem, propor nova estética, criar novas referências, transformar
o novo de novo, não copiar o que já existe, repensar, ousar, agir
diferente. Esse é o reflexo do ser humano na era da hipermídia.
E assim concluímos a IV Semana de Comunicação Prof.
Julio Morejón, com uma palestra digna de aplausos e bis. O recado foi
dado! Autoria:
Prof. Walter Freoa Editora: Profª Ms Mônica Derito Ramos |
PRÊMIO QUIXOTE
UMA
NOITE DE CELEBRIDADES NO UNIBERO
O calendário
marcava quinta-feira 6 de outubro de 2005. Sabíamos, aqui no UNIBERO, que
teríamos uma noite especial, pois os agraciados com o "Prêmio
Quixote", instituído pela Magnífica Reitora, Profª Drª
Mônica Morejón, viriam recebê-lo em cerimônia solene,
com a presença de diversas autoridades. A instituição do
"Prêmio Quixote" foi uma decisão da senhora Reitora para
comemorar os 400 anos de publicação da obra do escritor espanhol
Miguel de Cervantes Saavedra, Dom Quixote de la Mancha. No entanto, a premiação
não ficará restrita ao ano em curso, mas terá continuidade
nos anos vindouros em nome dos laços de amizade e cultura que subjazem
as origens da antiga Faculdade Ibero-Americana de Letras e Ciências Humanas.Os
órgãos superiores do UNIBERO - Mantenedora, Reitoria, Pró-Reitoria
Acadêmica, Conselho Universitário (CONSUN) e Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão (CONSEPE) - elegeram as personalidades educacionais
e culturais cujos trabalhos estivessem em conformidade com os objetivos que norteiam
este centro universitário. Assim, os escolhidos para receber o "Prêmio
Quixote 2005" foram os seguintes:
Dr. Publio Dias (in memoriam), no ato representado por sua
filha, Profª Maria Glicia Publio Dias. Médico e bibliófilo
que iniciou o maior acervo mundial de edições ilustradas do Quixote.
O Dr. Publio Dias, em acordo com o Prof. Dr. Julio García Morejón,
fundador do UNIBERO, doou seu acervo à nossa Instituição,
que, inclusive, nunca pára de aumentá-lo. Há um espaço
próprio, que pode ser visitado pelo público mediante agendamento:
a Biblioteca Cervantina Dr. Publio Dias.
Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti Atual Secretário
da Educação do Município de São Paulo, o eminente
médico e competente administrador é colaborador do UNIBERO há
muito tempo, aconselhando-nos nas esferas da saúde, da educação
e da cultura. Entre seus enumeráveis feitos, destaca-se o período
em que foi gestor do "Hospital Pérola Byington". Durante essa
época, o hospital foi considerado uma referência mundial do tratamento
preventivo, clínico e cirúrgico da mulher.
Sr. Bernardo Caro O artista plástico, que ocupa o cargo de Vice-Cônsul
Honorário da Espanha na cidade de Campinas, e que foi, durante muito tempo,
colaborador da UNICAMP, ilustrou livros do Prof. Julio Morejón e confiou
ao UNIBERO grande número de telas de sua autoria, exibidas no Museu Bernardo
Caro, nas dependências de nossa instituição.
Prof. Dr. Leandro Karnal Ex-membro do corpo docente do UNIBERO e atual
professor titular da UNICAMP, é competente e respeitado curador de artes,
conferencista, autor de diversos livros, historiador e membro de bancas examinadoras
de doutorado, convidado por universidades brasileiras e estrangeiras. Desempenha,
ainda, um belo trabalho articulado com a Secretaria da Cultura. Os
corpos diretivo e administrativo, com a ajuda de docentes e alunos monitores,
envidaram todos os esforços para que o 6 de outubro fosse uma data inesquecível,
porém singela. Obedeceríamos todo o protocolo previsto para tal
solenidade, mas queríamos que houvesse um detalhe especial. E o detalhe
especial apareceu diante de nossos olhos e foi sentido pelos corações
de todos que locupletavam as dependências do Auditório Mozart na
forma de uma harmonia que poucas vezes se vê na sociedade em que vivemos.
Nos
minutos que antecederam o início da festa, houve a apresentação
de um audiovisual da Biblioteca Cervantina Dr. Publio Dias. Em seguida, o mestre-de-cerimônias
chamou as pessoas que comporiam a mesa de trabalhos e convidou os presentes para
que respeitosamente acompanhassem os hinos brasileiro e espanhol. Aberta a solenidade
pela Reitora, que, em discurso emocionado, falou sobre os objetivos do "Prêmio
Quixote" e do UNIBERO, descortinou-se um rol de falas entusiasmadas, tanto
dos cicerones quanto dos premiados. Houve um verdadeiro congraçamento de
sentimentos entre os que estavam no local: com os olhos marejados, revisitamos
a história pioneira do UNIBERO, a saudável obsessão do Dr.
Publio Dias pelos livros, e o caráter fidalgo e justiceiro de Dom Quixote. Na
conclusão da cerimônia, a Drª Mônica Morejón convidou
os presentes para um coquetel no prédio que alberga o Museu Bernardo Caro
(prédio da Pós-Graduação). Mesmo no clima elegante
e simpático que envolveu o coquetel, continuamos festejando os premiados
e, sobremaneira, a obra de Cervantes. De certa forma, sentimo-nos todos fortes
e sonhadores, imbuídos da máxima que diz que somente realiza quem
sonha. A
morte não é a maior perda da vida. A maior perda é aquilo
que morre dentro de nós enquanto vivemos. (Norman Cousins)
GALERIA DE FOTOS:
Autoria:
Profª Ms. Mônica Derito Ramos |
MÉRITO ACADÊMICO
Aluna
formada pelo UNIBERO recebe Diploma de "Mérito Acadêmico em
Administração"
Recebi
hoje, 24/10/05, o Jornal Mensal do Administrador, ANO XXVIII - Nº
232, do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA/SP),
e quando folheava a publicação, encontrei, entre uma reportagem
e outra, um nome muito familiar: CAMILA SURAMA MESSIAS. Pensei: "Será
que é a mesma?"Sim,
pois, em seguida, destacava-se CENTRO UNIVERSITÁRIO IBERO-AMERICANO, de
São Paulo. Nossa amiga recebeu do CRA/SP o diploma de Mérito
Acadêmico em Administração. Diante de sua dedicação
à faculdade demonstrada durante todo o curso, desejo, neste momento, e
em nome de minha turma, parabenizá-la por este reconhecimento. Sabemos
que o CRA aplica um critério muito rígido para tal destaque. Assim,
o fato de nossa amiga estar entre os 9 homenageados, entre milhares de formandos,
é algo que merece ser divulgado. Ademais, é importante que tenhamos
em mente que a CAMILA pertence ao nosso grupo, à turma COMEX UNIBERO TURMA
2001-2005. PARABÉNS, CAMILA!!! Autor:
Euclides Francisco dos Santos Faria (representante da turma citada / Comércio
Exterior) Editora: Profª Ms. Mônica Derito Ramos
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FÓRUM COMUNICAÇÃO
SOCIAL
1º
Fórum Acadêmico de Comunicação Social no UNIBERO
Em
13 de abril de 2005, o Centro Universitário Ibero-Americano recebeu duas
das maiores autoridades do ramo publicitário de São Paulo.
Em
um debate descontraído, André Porto Alegre (Presidente da APP -
Associação Paulista de Publicidade e Diretor da Promocine) e Aníbal
Sant´Anna Jr. (Diretor de Relações Corporativas do Grupo Full
Jazz) discutiram, dentre as várias questões selecionadas pela coordenação
dos cursos de Publicidade e Propaganda e Design Digital, suas perspectivas para
o mercado publicitário.
A discussão sobre a ética
na publicidade e os limites do trabalho do designer no ramo publicitário,
assuntos que culminaram o debate, incentivaram os estudantes de Design a se dedicarem
cada vez mais à profissão e não serem meros operadores de
programas gráficos.
Autor:
Sergio Musett Jr. Revisor: Prof. Noslen Pinheiro
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A LENDA DO MARKETING |
Mesmo
não sendo um conceito novo, o Marketing Direto ainda é desconhecido
para algumas empresas, segundo o consultor organizacional e professor de graduação
e pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica
de São Paulo (PUC-SP), Luiz Cláudio Zenone. Para ele, ainda há
muitas pessoas que entendem o Marketing Direto como simplesmente o envio de informativos
ou contatos não autorizados via Internet. Na verdade, em sua definição,
Marketing Direto é uma atividade que busca entender as reais necessidades
de um grupo de clientes, levando oferta personalizada que pode ter seus resultados
efetivamente mensurados após o desenvolvimento de suas ações.
Os
10 Mandamentos do Marketing Direto: 1. Ter uma cultura organizacional orientada
para o mercado; 2. Utilizar tecnologia adequada às ações
que se pretende realizar; 3. Dispor de um processo de captura de informação
sobre os clientes, que devem fazer parte de um banco de dados; 4. Manter as
informações dos clientes disponíveis para as diversas áreas
da empresa; 5. Estar ciente de que as necessidades do mercado se alteram rapidamente
e, portanto, as mudanças devem sempre ser acompanhadas; 6. Integrar
as ações de Marketing Direto com as outras atividades da empresa; 7.
Personalizar o relacionamento com o cliente; 8. Saber utilizar a comunicação
direta, evitando práticas de spam e comunicá-las apenas quando forem
necessárias para não se tornar uma rotina; 9. Utilizar a mídia
direta mais adequada ao perfil do cliente; 10. Medir a eficiência das
ações diretas e aprender com os erros. Os
10 erros das empresas de Marketing Direto: 1. Não manter uma cultura
organizacional e uma filosofia de trabalho concreta; 2. Não dispor de
tecnologia adequada ao que se pretende realizar; 3. Ausência de mecanismos
de captura de informações do cliente; 4. Restrição
das informações coletadas apenas a uma área da empresa; 5.
Não integração das ações de Marketing Direto
às demais ações de marketing; 6. Não ter ofertas
diferenciadas para os clientes durante o processo de relacionamento; 7. Não
medir autorização sobre as ações de comunicação,
desrespeitando e invadindo a privacidade do público-alvo; 8. Não
saber administrar o contato como consumidor, bombardeando-o com informações; 9.
Não utilizar a mídia mais adequada para o público-alvo; 10.
Não acompanhar, mensurar ou buscar feedbacks das ações realizadas. Autoria:
Fabíola Costa Revisor: Prof. Noslen Pinheiro |
FÓRUM DE
TELEMARKETING
Fórum de Telemarketing e Relacionamento
com Clientes reuniu estudantes e executivos do setor O
mais novo curso seqüencial do UNIBERO, Gestão de Telemarketing e Relacionamento
com Clientes, que está ligado à área da Administração,
realizou, nos dias 24 e 25 de maio de 2005, o seu 1º Fórum de Estudos
e Debates sobre o Mercado de Teleserviços.
O evento aconteceu no
Auditório Mozart Music Hall, que, apesar das fortes chuvas que atingiram
São Paulo naqueles dias, ficou lotado de alunos e convidados para acompanhar
as palestras e participar dos debates.
A professora Wanda Sánchez,
que ministra a disciplina 'Estrutura Funcional do Call Center' e é diretora
da Alto Contato - Consultoria em Call Center -, foi a idealizadora do projeto
do Fórum, que contou também com a participação dos
alunos que compõem a primeira turma do curso na organização
e recepção dos convidados.
O evento teve o apoio de importantes
empresas e entidades do setor de teleserviços, como a Associação
Brasileira de Telemarketing (ABT), Alto Contato - Consultoria em Call Center -,
Contax Contact Center, Contractors Peopleware and Technology, CPOne Consultoria,
Istmo 4 Pro, Mapfre Seguros, TMS Call Center e Vencer Consultoria. O patrocínio
master foi da Belgo-Acelor.
A palestra de abertura do evento teve como
tema "Propostas e práticas que geram cases de sucesso: ações
de retenção e relacionamento conjugam equipes motivadas para estratégias
bem orientadas". Foi brilhantemente ministrada por Márcia Freitas
de Paula, Diretora de Operações da Central de Relacionamento SIM
24 horas da Mapfre Seguros. Na sua palestra, a Sra. Márcia abordou aspectos
de como lidar com a necessidade de se estabelecer um forte relacionamento com
os clientes, para retê-los e fidelizá-los. Demonstrou a mudança
de visão das empresas em relação ao Call Center, de um centro
de custo para um centro de relacionamento e, para isso, realizando o desenvolvimento
dos profissionais, transformando-os em consultores de relacionamento. A mesa debatedora
foi composta pelos profissionais do mercado: Cristina Piton, sócia diretora
da CPOne Consultoria; Marcelo Rissato, diretor da ABT; e Vilnor Grube, presidente
da Revista Cliente S.A.
Na segunda noite do evento, a palestra foi ministrada
por Paulo Roberto Mazivieiro, coordenador de operações de recuperação
de crédito da empresa Contax Contact Center, uma das maiores empresas de
prestação de serviços do setor. O tema apresentado foi: "O
Contact Center como unidade de negócios: como torná-lo um centro
de receitas".
No desenvolvimento do tema, O Sr. Paulo Roberto mostrou
novas soluções tecnológicas e avanços que auxiliam
o atendimento ao cliente, que está cada vez mais exigente e acompanha a
velocidade do mercado, cada vez mais dinâmico. A seção de
debates teve a participação de Valdik Guerra Lima, sócio-diretor
da Contractors Peopleware and Technology; Reinaldo Pampani, diretor da Vencer
Consultoria; e, mais vez, a consultora Cristina Piton.
Ao final de cada
noite de palestra e debates, todos os participantes foram recebidos para um closing
coffee, patrocinado pela Belgo-Acelor. Autor:
Prof. Carlos Alberto Lopes (Coordenador do Curso de Telemarketing e Relacionamento
com Clientes)
|
FESTIVAL GASTRONÔMICO
No
período entre 12/05 e 10/6 o curso de Administração Hoteleira
do UNIBERO promoveu mais uma versão do já badalado (e aguardado!)
FESTIVAL GASTRONÔMICO, no nosso Laboratório de Alimentos e Bebidas,
no prédio da Rua Maria José.
Nos dias dedicados à
culinária nacional, as cozinhas representadas foram as dos estados de Minas
Gerais, Bahia, Espírito Santo e Pernambuco. Quanto à cozinha internacional,
esta abrangeu os seguintes países: Portugal, China, Itália, Japão,
Argentina, Síria e Espanha.
Os alunos do curso de Adm. Hoteleira
foram minuciosos em todas as apresentações, desde o preparo das
comidas e bebidas típicas, até a arrumação das mesas
e do ambiente, culminando no serviço do pessoal: uniformes, funções
e postura.
O Prof. Carlos Roberto Cardoso, coordenador dos cursos de Administração
do UNIBERO, vibrou com o empenho de seus alunos e com o sucesso do festival. Neste
ano, vários professores, chefs e gourmets vieram conferir o bom serviço
prestado pelos alunos do curso. O serviço de primeira qualidade, conforme
aponta o coordenador Cardoso, é fruto de muito treinamento, de investimento
da Instituição e da harmonia entre professores e alunos, que envidam
todos os esforços para aplicar o conteúdo curricular da melhor forma
possível. |
CORPO DISCENTE Angélica,
aluna de Tradutor-Intérprete, deficiente visual e revisora do Setor de
Publicações do UNIBERO.
Angélica
Cardoso Gama é aluna do curso de Letras, Tradutores e Intérpretes
do UNIBERO. Ela é portadora de Retinopatia da Prematuridade, doença
que ironicamente acomete muitos bebês devido aos avanços da tecnologia
neonatal. Quando a criança nasce antes do tempo e muito abaixo do peso
mínimo para que sobreviva e cresça, é exposta, na incubadora,
a um nível muito alto de oxigênio, elemento acelerador do crescimento.
No entanto, a criança que experimenta exposição a tanto oxigênio
deve ter seus olhinhos protegidos (vendados) para que tal componente não
queime as retinas. Esta é a patologia de Angélica, ou seja, ela
nunca enxergou em sua vida. Seus abnegados pais, no entanto, sempre lutaram para
oferecer condições para que a filha estudasse e realizasse as atividades
de que gostasse.
A escolha pelo curso de Letras aconteceu, de certa forma,
em 1998, quando Angélica começou a gostar da Banda Oasis. Porém,
com o inglês precário do colégio, era muito difícil
entender as letras das músicas. "Assistindo" MTV, soube que havia
uma moça do canal de TV que estudava Tradução e Interpretação.
Isso foi uma surpresa, pois Angélica desconhecia a existência dessa
carreira, talvez porque nunca achara um curso de idiomas que aceitasse deficientes
visuais. Assim, na época em que se prepararia para o vestibular (processo
seletivo), pediu dicas a uma de suas professoras, revelando que optara por Tradutor-Intérprete.
A professora, naturalmente, indicou o UNIBERO.
A aluna se descreve como
uma pessoa simpática e com três personalidades: a séria (quando
está em sala de aula, onde só estuda, estuda e estuda), meio termo
(quando está trabalhando como revisora) e a descontraída (quando
está em casa ou com os amigos). Sim, durante o primeiro semestre de 2005,
Angélica atuou como monitora no Setor de Publicações do UNIBERO,
com a função de revisora de textos. Agora, neste segundo semestre,
sua vida mudou bastante. Aprovada em concurso público para o Judiciário,
trabalha das 9h às 17h e, portanto, teve que cancelar a monitoria e pedir
transferência para o 6º Período noturno.
Muito simpática
e descontraída, Angélica escreve crônicas, principalmente
dirigidas ao público infanto-juvenil, adora música e pratica Golball
(jogo dirigido a atletas cegos ou com baixa visão, cujo objetivo é
arremessar a bola sonora com as mãos no gol do adversário; cada
time joga com três atletas e o público deve ficar em silêncio
para não confundi-los). Ao ser indagada se tem um hobby, responde rindo:
"Acho que sou a única cega que coleciona canetas!"
Angélica
acha que é a filha que dá mais trabalho e ao mesmo tempo a que dá
mais alegria aos pais. Também comenta que busca crescer e se arriscar constantemente.
"Nada na vida é por acaso. Se hoje está sendo difícil
é porque amanhã vai ser melhor. É por isso que o mundo é
redondo. As coisas vão e voltam". |
QUIXOTE
O
Eterno Quixote "-
Coitado de D.Quixote! - exclamou Narizinho. Esse tal de cavaleiro da Branca Lua
não passa dum grande malvado. E o duque e todos os seus amigos não
passavam duns perversos de coração. -Realmente, minha filha,
dói-nos assistir ao fim do famoso cavaleiro da Mancha, sobretudo quando
lemos a história completa, do modo pelo qual Cervantes a escreveu. Mas
tudo na vida tem que ter um fim. Cervantes não podia conservar D. Quixote
vivo a vida inteira. - Por que não? - objetou Emília. Eu, se
fosse o Saavedra com dois aa, não o mataria nunca. Deixá-lo-ia como
uma espécie de judeu errante - eternamente vivo. Para que matá-lo?
Para que deixá-lo morrer? Não acho graça nenhuma nisso..."
[1] Em
sua recusa a testemunhar a morte de Dom Quixote, Emília faz eco a um sentimento
que vem acompanhando o livro de Cervantes desde sua publicação.
Há quatrocentos anos - desde as primeiras edições, logo traduzidas
em diversas línguas - a humanidade tem reconhecido na história do
'engenhoso fidalgo de la Mancha' muito mais do que o relato de um desvairado cavaleiro
que se bate contra moinhos de vento.
Há, na aparente simplicidade
de Dom Quixote, uma defesa irretorquível de tudo aquilo que nos faz verdadeiramente
humanos e uma denúncia impiedosa de tudo quanto ameace nossa dignidade.
A loucura de Dom Quixote, que Emília não quer ver morrer, é
a loucura de querer ser fidalgo em um mundo para o qual a fidalguia já
nada representa; é querer ajudar os fracos quando se proclama que são
os violentos que prosperam; é respeitar a palavra empenhada, quando se
vêem com clareza os triunfos do embuste e da mentira; é acreditar
que sair pelo mundo a fazer o bem é tarefa digna de um homem, em um momento
em que só a busca pelo interesse próprio parece fazer sentido. Essa
loucura, mesmo o frenético mundo pós-moderno a deseja, com ânsia
igual ou maior àquela com que a perseguiram os quatro séculos que
nos separam de Cervantes. Montado no combalido Rocinante, escudado pelo parvo
e interesseiro Pancho e apaixonado por uma prostituta de aldeia, Dom Quixote comete
a loucura de amar profundamente o que parece pobre e sem valor. E ama-o tão
profundamente que os vê corcel, escudeiro e dama. E é este olhar,
que transmuta em glorioso o que parece desprezível, que faz de Quixote
uma figura que ultrapassa em muito os limites da literatura e transforma o personagem
de Cervantes em um símbolo cujo vigor parece aumentar com o tempo. Se uma
miríade de artistas consagrados (v.g. Jorge Luis Borges, Samuel Johnson,
Georges Bernanos, Richard Strauss, Byron, Gustave Doré, Buñuel,
Pablo Picasso, mas é mesmo possível listá-los?) buscaram
na obra inspiração e sentido para suas próprias criações,
é na infinidade silenciosa de leitores comuns que se pode perceber a grandeza
de Dom Quixote. Brasileiros, russos, chineses, americanos, indianos...em toda
parte do mundo é possível encontrar leitores que se aproximam de
Dom Quixote como se lessem suas próprias histórias, e a Espanha
do início do século XVII se torna toda parte, e todo tempo.
No
Brasil, exemplos não faltam. Não bastasse a já aludida adaptação
de Monteiro Lobato - texto que impregnou de sonhos quixotescos várias gerações
de leitores - muitos outros artistas recorreram à obra de Cervantes para
dar forma às suas próprias criações. Em O Homem de
la Mancha, por exemplo, Chico Buarque e Ruy Guerra fazem do personagem de Cervantes
e de sua luta aparentemente inútil contra moinhos de vento o símbolo
do humano que se recusa a aceitar a injustiça, ainda que a luta pareça
solitária e desesperada. Quando o regime militar reprimia violentamente
a livre expressão, e o país, sofrido, ansiava por algum sinal de
liberdade, foi a figura de Quixote, soberanamente superior a qualquer possibilidade
de censura, que permitiu que se declarasse, ainda uma vez, a irreprimível
beleza do humano que se recusa a aceitar a injustiça, ainda que se tenha
muitas vezes por loucura esta teimosa oposição ao injusto.
Este
recurso ao Quixote, séculos depois de Cervantes tê-lo sonhado em
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