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Online: 1 º semestre de 2008 | 
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ALUNOS DO CURSO DE DESIGN DIGITAL CONCORREM AO ANIMA MUNDO 2008
Os alunos Silvano Junior, Ricardo Satoshi e Thiego Cruz do 5o. Período noturno do curso de Design Digital, concorrerão ao prêmio do Anima Mundi Web em São Paulo na semana de 23 a 27 de julho de 2008.
O grupo desenvolveu uma animação chamada “Lembranças”, homenageando o centenário da imigração japonesa como tema proposto no Trabalho Interdisciplinar do semestre.
É com orgulho e satisfação que torcemos e parabenizamos pela iniciativa desses alunos em concorrer a um prêmio internacional na área de animação.
Parabéns!
Autora: PROFª REJANE TONIDANDEL DUTRA WRONOWSKI, do curso de Design Digital do UNIBERO
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES
"Amigos e professores.
É com enorme contentamento que após muito trabalho e dedicação,
eu(Silvano Junior), Ricardo Satoshi e Thiego Cruz, inscrevemos nossa animação no Animamundiweb.
Acreditamos que, com isso, iniciamos nosso primeiro passo além dos domínios acadêmicos.
Agradecemos cada professor, pois sem vocês hoje não estaria digitando este email.
Agradecemos também aos amigos de sala e os companheiros de grupo,
pois sem vocês eu também não estaria digitando este email.
E caso não ganharmos,
Ficaremos satisfeitos pois, lembraremos que um dia nós pudemos concorrer.
Sendo assim, ansiosos aguardamos o resultado.
Abraços.
Silvano Junior
Ricardo Satoshi
Thiego Cruz." |
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ALUNOS DO 7º DD APRESENTAM A PRIMEIRA PARTE DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Nos dias 9 e 10 de junho, os alunos do 7º período de Design Digital apresentaram a primeira parte do trabalho de conclusão de curso. Sob a orientação do professor Elwyn, da disciplina Metodologia do Projeto, os 50 alunos, divididos em 12 estúdios/agências, estiveram no Auditório Mozart para defender os respectivos Manuais de Identidade Visual e apresentar o projeto que servirá como objeto de estudo para a finalização do curso. O que se viu foi um verdadeiro desfile de estúdios e agências em que cada um apresentava a construção de sua marca como identidade e defendia seu cliente.
Conheça os novos futuros designers e suas respectivas agências/estúdios.
- KANAL DESIGN
- STUDIO COISA DE DESIGN
- ALVO DESIGN
- ESTUDIO PIXEL INK
- STUDIO VORKUS
- 4BRAIN DESIGN
- DESIGN AO CUBO
- KAS-CO DESIGN
- ESTUDIO DARUMA.E
- KACTUS DESGIN STUDIO
- THREE SOLUTIONS DESIGN
- TEMPIDÉ COMUNICAÇÃO DIGITAL
O aluno do curso de Design Digital sabe que tem pela frente um amplo mercado de trabalho, que se encontra em franca expansão e que necessita de profissionais especializados no desenvolvimento de projetos, na criação e produção de imagens e produtos, realizados por meio das tecnologias digitais. São diversas as áreas em que esse profissional pode atuar, tais como agências e produtoras de mídia digital, televisão, produtoras de vídeo, animação, multimídia e web, portais, empresas de desenvolvimento de games e softwares gráficos, além de birôs de computação gráfica, escritórios de design, de sinalização e de comunicação visual, editoras e indústrias gráficas, departamentos de comunicação e/ou criação de agências de comunicação e publicidade, entre outras.
Confira a Galeria de Fotos!
Autor: PROF. ELWYN LOURENÇO CORREIA, diretor do Unibero-Brigadeiro
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES
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PALESTRA COM O DEPUTADO FEDERAL ALDO REBELO SOBRE "O LEGISLATIVO E AS RELAÇÕES EXTERIORES DO BRASIL"
No dia 2 de junho, segunda–feira, houve uma palestra com o Deputado Federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) no Teatro Bibi Ferreira. O evento, que ocorreu das 19h30min até o tempo máximo disponível do Debutado, 21h30min, transitou pelas esferas da importância do Poder Legislativo nas Relações Internacionais do Brasil, sobre a Política Externa Brasileira e temas atuais como a questão da Amazônia, Integração Regional e as Relações Exteriores do próprio Estado de São Paulo, entre outros.
De fato, estourar o limite de tempo da palestra foi inevitável. Afinal, o Debutado Federal Aldo Rebelo é ex-presidente da Câmara, ex-ministro da coordenação política e membro da Comissão de relações exteriores e defesa nacional da Câmara dos Deputados. Um dos símbolos do nosso quadro político e extremamente ativo nessa esfera, Aldo relatou, além de sua opinião sobre os temas apresentados, experiências vivenciadas e a dinâmica das disputas políticas que ocorrem em Brasília.
Debates desse âmbito não só relacionam os estudos teóricos com a prática, mas também estimulam os graduandos a participarem ativamente das políticas nacionais, além de despertar igualmente a importância de explorar as idéias dos candidatos, seja como estudante de Relações Internacionais ou como cidadão, para garantir que os interesses sejam realmente defendidos por candidatos. Da mesma forma que a importância da afinidade ideológica, mas acima de tudo, a necessidade de manterem-se políticas de ESTADO, superiores a disputas partidárias e fiéis aos interesses nacionais.
Sobre o conteúdo da palestra, inicialmente Rebelo salientou que o Executivo tem, de acordo com os dispositivos constitucionais, um papel proeminente tanto na formulação quanto na execução da política exterior nacional. Contudo, cabe ao Legislativo uma função de co-responsabilidade, ratificando ou não as decisões tomadas em âmbito internacional e, nesse sentido, discutindo e fiscalizando a conduta externa do país. Por isso, ganha importância a constante participação da sociedade junto aos seus representantes legais para que a política nacional no cenário exterior seja feita da melhor forma possível em ordem a atender aos anseios e às demandas do Brasil.
Várias informações foram passadas pelo deputado, mas certamente as que mais interessaram aos alunos se referem a algumas cenas dos bastidores nas quais é possível observar iniciativas políticas intrigantes, não só de presidentes e chanceleres, mas também dos próprios representantes do Poder Legislativo. Além disso, outros dados curiosos foram apresentados durante a parte de perguntas e respostas, momento no qual Rebelo se mostrou solícito às dúvidas dos alunos e, notadamente, contribuiu para a prestação de contas que os representantes federais devem conceder para os cidadãos brasileiros. Em tom de desejo por um país melhor, mais justo e mais transparente, o deputado incentivou a participação cidadã na vida pública, favorecendo um cenário dinâmico entre sociedade e Estado em prol de um ambiente realmente democrático.
Autor: CAUÊ MENDONÇA CARDOSO - 5º RI e LUIS FELIPE SPOSITO DE SOUZA - 7º RI
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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SEMANA CONSTITUCIONAL
“Nos dias 19, 20 e 21 de Maio, houve um grande evento cívico-jurídico no UNIBERO, realizado pelo Curso de Direito, em Comemoração aos “20 ANOS DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988”.
O evento contou com a participação de palestrantes ilustres e renomados no cenário jurídico paulista, todos com livros publicados em suas áreas de concentração, como se segue:
Dia 19/05
19h30 – Dr. Luiz Paulo Cotrim Guimarães (Desembargador do TRF3)
Tema: “Conflitos Constitucionais entre a Posse e a Propriedade”;
20h30 – Dr. José Fernando Simão (Professor de Direito da USP)
Tema: “Princípios Constitucionais Aplicados ao Direito Civil”;
Dia 20/05
19h30 – Dr. Carlos Afonso Gonçalves da Silva (Dir. Regional da Unidade Brigadeiro)
Tema: “Constituição Federal de 1988 Atuação no Sistema Jurídico Nacional”
20h30 – Dra. Ivalda Aleixo (Delegada da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo)
Tema: “20 Anos da Constituição Federal e a Investigação Criminal no Estado Democrático de Direito”;
Dia 21/05
19h30 – Dr. Rodrigo Garcia Schwarz (Juiz do Trabalho do TRT2)
Tema: “A Proteção da Relação de Emprego contra Despedida Arbitrária ou sem Justa Causa nos 20 anos da Constituição Cidadã”
A intenção deste tipo de realização foi trazer maior diversidade de conhecimento aos alunos do Direito, com aulas magnas de professores diferenciados, que puderam explicar um pouco do que foi e o que significa a conquista de uma Constituição Democrática.
Diante da pesquisa realizada, podemos dizer que foi um SUCESSO, que a maioria dos alunos gostou e aprovou o que presenciou, principalmente porque eles sabem que tudo foi feito para eles.
Eventos como estes realizar-se-ão semestralmente, para que todos possamos aprender o que é o Direito, sob o ponto de vista de outros estudiosos do Direito.
Esperamos contar com a presença e participação de todos os alunos do Direito, bem como todos aqueles que tenham interesse em adquirir um pouco de cultura jurídica.
Agradeçemos a participação do Prof. Manoel Moreira, como Constituinte, pela realização do encerramento da Semana "Constituição Federal - 20 anos".
Autora: PROFª CARLA ANGÉLICA MOREIRA, do curso de Direito do UNIBERO
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES
Galeria de Fotos
Confira os melhores momentos registrados na Semana da Constituição Federal
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PALESTRA - DESIGN E SUSTENTABILIDADE
Na primeira palestra referente ao Seminário Design e Sustentabilidade, ocorrido em 15 de Maio de 2008, foi discutido o tema “Repensar – O papel da Academia”, em que a mediadora Adélia Borges e também professora de História do Design fez uma breve contextualização sobre o assunto em que a questão da ecologia, há alguns anos, era associada ao algo distante, não era relacionada ao dia-a-dia, mas ao ambiente natural. O símbolo desse período era o mico-leão dourado, uma das espécies em risco de extinção.
Mais adiante, o designer Victor Papanek propõe uma reflexão entre design e ecologia, pois ao observar a sociedade americana da época, denomina-a como uma Cultura Kleenex (nome de um lenço de papel), ou seja, uma Cultura do Use e Jogue Fora.
E o designer Richard Buckminster Fuller também expõe suas observações, ao afirmar que os recursos naturais estavam em extinção, e que o único recurso em crescimento no planeta era o lixo.
Além dessas reflexões, o Movimento Hippie também faz uma contestação ao consumo desenfreado.
Porém, só na década de 80, com o agravamento da crise ecológica, vem à tona o debate sobre a natureza feita pelo homem: “man-made nature”. Então, começa a busca por uma cultura alternativa na qual quem produz ou projeta estes produtos deve optar por algo que traga benefícios ao ambiente, e aquele que compra também.
Agora, no século XXI, como cidadãos e profissionais, nos encontramos diante destas questões, cujo seminário propõe as seguintes ações: Repensar, Recusar, Reduzir, Reusar e Reciclar, para que nós e as futuras gerações tenhamos recursos naturais disponíveis para suprir as necessidades e os desejos.
Em seguida, houve a apresentação do primeiro case pela designer Virginia Cavalcanti e da arquiteta Ana Andrade, ambas da Universidade Federal de Pernambucano. Ambas apontaram a necessidade de participação da Universidade junto ao Mercado e à Comunidade.
Um dos projetos desenvolvidos foi com uma comunidade de artesãos que produzem filtros de barros, porém não obtinham uma renda necessária para garantir a produção e o sustento familiar.
Depois de ouvir as necessidades da comunidade e criar um elo de confiança, elas definiram as ações necessárias de gestão, comunicação, busca de parcerias, qualidade do produto e sustentabilidade.
Os resultados obtidos foram: preservação do fazer artesanal para as futuras gerações, promoção do aumento da renda, otimização dos recursos naturais, além de aproveitamento dos resíduos, incorporação de novas tecnologias e promoção do aumento da renda.
Outro projeto foi com a empresa de Vidros ICAL, que só tinha um produto: uma jarra. Então, elas propuseram ao cliente a criação de novos produtos, os quais agradaram bastante os consumidores. Isso resultou na criação de uma cultura do design na empresa, desde o molde do produto até as embalagens e sua funcionalidade. Foi desenvolvida uma jarra com alça de plástico, algo que era solicitado pelos consumidores, além de melhorar as embalagens.
Elas recorrem aos setores da universidade para realizar testes de matérias que poderiam ser utilizadas, etc.
O outro case foi apresentado por Gustavo Borba e Paulo Reyes, responsáveis pela Escola de Design UNISINOS.
Mostraram a metodologia de ensino e a prática de interdisciplinaridade desenvolvida na universidade, apontando também a necessidade de integração entre universidade e mercado, para que o aluno tenha uma formação consistente. Compete à universidade possibilitar uma formação acadêmica, com espaço para experimentação, mas mantendo um diálogo/ parceria com o mercado.
Enfim, demonstraram o quanto o design pode agregar valor ao produto, mas precisa ser pensado estrategicamente, pois serve como um viés social amparado pela arte.
Autora: SILVANETE RAMOS - 4º DD
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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PALESTRA DOS ALUNOS DE MBA - GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS
Palestra apresentada para os alunos do 1º Período de Administração de Empresas com o tema “Mercado de Trabalho – Profissional Sênior x Profissional Júnior”.

O referido trabalho foi desenvolvido pelos alunos de MBA na disciplina de Estratégia Competitiva, ministrada pelo Prof. Adm. Clóvis José de Grazia, tendo como finalidade a apresentação do WEB QUEST, cujo conceito é baseado na investigação orientada na qual algumas ou todas as informações, com as quais os estudantes interagem, são originadas de recursos da Internet, desenvolvidos para a elaboração de artigos científicos.
Em conjunto com o Coordenador dos cursos de Pós-Graduação e MBA, Prof. Renato Rienzo Del Nero, o Professor Clóvis planejou as apresentações dos grupos junto aos alunos de Graduação em Administração, com o objetivo de prepará-los para a realidade do mundo corporativo, onde atualmente as empresas têm exigido de seus colaboradores conhecimentos e habilidades na comunicação.
Desenvolver o conteúdo programático da disciplina, aprimorar a didática, as técnicas de apresentação e a oralidade, visando a excelência na comunicação, através da interação entre teoria e prática, implementam o diferencial competitivo imprescindível para os profissionais do mercado. A estratégia metodológica, idealizada pelos professores, complementa o perfil pedagógico dos cursos de MBA’s.
Autor: PROF. RENATO RIENZO DEL NERO, coordenador dos cursos de Pós-Graduação do Unibero/Anhanguera
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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IX SEMANA DE LETRAS E EDUCAÇÃO E II SIMPÓSIO DE PESQUISA
De 12 a 16 de junho ocorreu a IX Semana de Letras e Educação e o II Simpósio de Pesquisa do Centro Universitário Ibero-Americano, cujo tema foi “Tempo, Memória e Celebração”.
A comemoração é um trabalho conjunto da memória, uma forma de re-presentar nosso passado no presente que nos damos. Representá-lo não como um retorno ao que já se encontra definitivamente inscrito, mas como uma nova inscrição, uma re-produção da memória que se abre então para um futuro que pode nela se antecipar.
Acreditamos que é assim, comemorando nossos autores e “atores” que preservamos suas obras, suas vidas e, com elas, reconstruímos e reafirmamos nossa identidade.
Sim, somos um país com memória, especialmente nessa Semana. Com memórias póstumas, em Machado; das veredas do sertão, em Rosa; do instantâneo, no haiku japonês; na melodia jamais esquecida, em Chico; na desconhecida e próxima poesia contemporânea brasileira; no menino antigo, em Drummond e no “meninão do caixote” de João Antônio; nas mulheres e homens na guerra na Espanha; nas mulheres e a emancipação cultural no século XX no Brasil; em Manuel e Cesário, feitos companheiros por uma hora e meia; nas novas formas de dizer em português e as antigas passagens do Latim para o nosso idioma; num dia de sol na Quinta Avenida; no outro na sala de aula; nos tempos no ambiente escolar; na literatura que doma o tempo; no ouvir e no perceber a língua estrangeira. Além de outras tantas que podem vir a ser ocasiões de outros retornos, pois não podemos dizer mais que Inês é morta, aqui ela é eterna como vocês viram no decorrer do evento.
Autora: PROFª ANA ELVIRA LUCIANO GEBARA, do curso de Letras do Unibero |
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III SEMANA DE DESIGN DIGITAL

No dia cinco de maio, o palco do teatro Bibi Ferreira foi testemunha de uma noite festiva, ao dar início à 3ª Semana de Design Digital.
A Companhia Extra de Teatro Emocional do professor PAULO KAZAKS, mais uma vez presente em todos os eventos da unidade, apresentou uma peça de teatro que emocionou e divertiu os 500 espectadores presentes no recinto. Logo em seguida, após a vinheta de abertura da semana, por sinal uma das mais bonitas que o profissional Tuma desenvolveu, o prof. Ms. Elwyn L. Correia agradeceu pela presença de todos os alunos, ressaltando que a importância do evento se dá pela contribuição direta e indireta dos professores, coordenadores e, acima de tudo, dos próprios alunos pois o evento é feito por alunos, para eles e com eles. Logo em seguida, a Professora Iara falou da importância da participação de todos no evento pois, além de trazer um mundo de informações, os alunos podem desenvolver suas atividades complementares. O professor Fabiano sorteou aos presentes assinaturas de gibis, o que fez a platéia ovacionar pela atração.
Logo em seguida, o convidado da noite, Elifas Andreato, falou um pouco sobre o tema “A obra gráfica e jornalística”.
Durante a semana o que se viu foi uma seqüência de palestrantes que iluminaram as salas e os auditórios como: Diego Figueira, Rodrigo Assaf, Primaggio Mantoni, Gonçalo Jr., Kendi Sakamoto, Eduard Filho, Ricardo PageMaker e Deddy Edson.
As salas de aula viraram exposições de trabalhos desenvolvidos por profissionais e por alunos, os quais podemos dizer que são já profissionais de mercados pela grandeza e qualidade dos mesmos. Sem exceção, todas as salas foram magníficas no objeto de visitação. A decoração do pátio, com os trabalhos desenvolvidos por alunos do prof. Maurício Goulart, ressaltou que a ergonomia dos alunos já está voltada para o mercado de trabalho, assim como os trabalhos dos professores Gabriel, Tatiana, Camila, Jiro e Iara. Durante a semana, no corredor das salas temáticas, os alunos se divertiram com Galdino Sá, ilustrador freelancer que atua na área de eventos com caricaturas. Vários alunos e professores tiveram suas caricaturas desenvolvidas por esse profissional, o que deixou os alunos entusiasmados a passar pela prova do lápis. No encerramento, os professores Iara, Fabiano e Rejane agradeceram pela participação de todos, acreditando que superaremos mais uma vez as próximas Semanas Culturais do curso. Para finalizar o bem sucedido evento, os alunos que compareceram ao auditório Mozart se divertiram com o clipe de encerramento em que o professor Elwyn, juntamente com o Tuma, dança a “Dança do Quadrado”.
Autor: PROF. ELWYN LOURENÇO CORREIA, diretor do Unibero-Brigadeiro
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES
No dia 5 de Maio de 2008, segunda-feira, teve início, de forma brilhante e cada vez mais grandiosa, a III Semana de Design Digital, realizada no Teatro Bibi Ferreira pelo Centro Universitário Ibero-Americano. Elifas Andreato, nos falou um pouco sobre o tema “A obra gráfica e jornalística”.
Estavam presentes no Teatro alunos de todos os períodos de Design Digital e alunos de Publicidade e Propaganda, que presenciaram a grande palestra de Elifas, que começou quando nos foi mostrado seu primeiro trabalho, feito quando ele tinha apenas 14 anos de idade, e ainda era operário: o quadro “Gabriela”.
Percebe-se, claramente, muita emoção em seus trabalhos e atitudes, que querem nos trazer acima de tudo, esperança. Como dito por ele mesmo, ele quer fazer de suas obras uma arma contra a injustiça.
Elifas nos conta que tudo o que realizou em sua vida foi com a habilidade manual, pensou e executou na prancheta, e, mesmo hoje em dia, tendo uma empresa que conta com uma equipe de jovens criativos, que operam ferramentas modernas, ele continua fazendo seu trabalho manualmente. Por esse motivo, não se considera um designer, e sim possuidor de uma visão jornalística de desenhista.
Na seqüência de sua palestra, mostrou-nos algumas capas de livros que geraram polêmica e perseguições a ele, como o Livro Negro da Ditadura Militar. Mostrou também obras como o Opinião, o Movimento e o Argumento, que tão logo começou a ser vendido, já precisou ser fechado, devido ao seu forte slogan: “Contra fatos há argumentos!”
Após isso, falou um pouco sobre sua passagem pela revista Veja, como editor de capa, onde também teve problemas por querer trazer a realidade nua e crua.
Já no final de sua palestra, Elifas nos contou um pouco sobre seus trabalhos feitos para capas de CDs, em que ele inovou, pois todos copiavam os americanos ou colocavam apenas um retrato na capa, mas ele decidiu ocupar um espaço vago para aplicar sua arte.
Terminou mostrando o trabalho que talvez seja o mais significativo para ele, e que inclusive foi tema da abertura da minissérie da Rede Globo “Queridos Amigos”, em que há um garotinho correndo com uma bandeira do Brasil nas mãos, e as estrelas caindo pelo chão. Ele acredita que essa obra é emblemática, vendo nas estrelas semeadoras de sonhos de um país melhor e mais justo, em que todos precisam cuidar principalmente das crianças, pois são nossa esperança de um futuro melhor.
Autor: ERIC ANTUNES PENTEADO - 7 º DD
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES
Galeria de Fotos
Confira os melhores momentos registrados na III Semana de Design Digital
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HOMENAGEM - GERÔNIMO COUTINHO

Gerônimo Coutinho Souza recebeu no dia 29 de Abril, o diploma de Honra ao Mérito como reconhecimento pelo primeiro lugar entre os melhores formandos dos cursos de Administração de 2007. Resumir em poucas palavras essa trajetória brilhante não é, certamente, possível. Nosso propósito é compartilhar essa distinção e traduzir em um gesto de louvor os nossos parabéns pela vitória.
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SEMANA DE ENGENHARIA MECÂNICA
Nos dias 28 e 29 de abril, foi realizada no auditório Mozart a Semana da Engenharia, reunindo todos os estudantes da Engenharia Mecânica, professores e o coordenador do curso, Kendi Sakamoto.
O evento foi composto de duas palestras cujo objetivo era o de orientar e estimular os alunos em seu campo de atuação.
No dia 28, tivemos como palestrante o Engenheiro Antonio, Diretor do Departamento de Engenharia Mecânica do Instituto de Engenharia. Seu intuito foi transmitir a todos o quão amplo é o ramo de um Engenheiro Mecânico, ou seja, como a profissão é “agregada” a vários outros campos, como, por exemplo, a Civil, área em que a Engenharia Mecânica é responsável por grande parte do maquinário utilizado pelos profissionais. Em seguida, salientou que o mais importante para a construção de uma carreira sólida é sempre fazer algo de que o profissional gosta; pois trabalhar com o que lhe dá prazer e satisfação é meio caminho para a construção de uma carreira, mantendo-se sempre atualizado a respeito das melhores técnicas e dos últimos avanços técnicos em sua área de atuação.
No dia 29 de maio, tivemos a visita do presidente do Instituto de Engenharia, que nos falou, de forma geral, como deve ser a formação de um engenheiro de modo a ampliar suas oportunidades de emprego, dando grande ênfase ao domínio da língua inglesa, pois há uma forte procura por engenheiros para trabalhos internacionais, e para reportar-se diretamente a estrangeiros. Também nos foi falado sobre o Instituto de Engenharia, que oferece a grande oportunidade aos alunos de serem membros, podendo desfrutar de suas dependências e estar em contato direto com profissionais consagrados no ramo da Engenharia.
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SEMANA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Na última semana, ocorreu a Semana de Relações Internacionais do Unibero. No dia 22 de abril, os estudantes de Relações Internacionais do Unibero puderam contar com a presença da professora Cristina Soreanu Pecequilo como expositora de um tema altamente relevante e atual: as eleições presidenciais norte-americanas de 2008. O assunto, longe de estar esgotado, tem pertinência porque a próxima administração da Casa Branca resultará em pontos de reflexão para as políticas externas de diversos países do mundo (como o próprio Brasil), mesmo que não traga muitas mudanças para o cenário externo.
Pecequilo, ex-professora do Unibero, atualmente ministrando aulas na Unesp, é uma das especialistas brasileiras sobre a atuação estadunidense no campo internacional. Entre outras coisas, sua palestra abordou uma explanação sobre os posicionamentos dos principais candidatos nessa fase de campanha, suas características pessoais e políticas e possíveis resultados quanto ao desfecho das eleições.
Ademais, Pecequilo decidiu indicar alguns pontos para a atuação de um analista de Relações Internacionais, ressaltando a importância de estudar bastante e ter em mente que o mercado de trabalho para a área está em franca expansão e promete muitas vagas interessantes na medida em que os fluxos entre os países aumentam.
Por fim, devido tanto ao seu histórico no Unibero quanto a sua qualificação profissional, Pecequilo demonstra sua fama mesmo sem querer, como pôde ser percebido pela sala lotada de estudantes ansiosos para ouvir suas palavras e pela quantidade incontável de fotos e autógrafos concedidos aos mais animados.
No dia 23 de abril recebemos a visita de Sua Eminência Sheik Ali Abu Raya, líder religioso da Mesquita do Brás, e participante do Centro Islâmico no Brasil. Falando em árabe, com a tradução feita pelo senhor Nasereddin Khazraji, o Sheikh Ali fez questão de esclarecer que o Islã é uma religião pacífica e promotora do respeito ao próximo. Nesse sentido, o que se vê em alguns casos não são manifestações islâmicas, mas deturpações das palavras do Islã. Outra fonte de confusão é identificar os costumes dos povos árabes com o islamismo, segundo o sheik é preciso diferenciá-los, e isto é especialmente necessário na questão das mulheres. O Sheik Ali lembrou que á a lei civil que proíbe as mulheres de dirigirem automóveis ou trabalhar fora na Arábia Saudita. Estas proibições não fazem parte da lei islâmica tanto que no Irã as mulheres podem trabalhar fora, dirigir automóveis lembrou o Sheik. Ao fim, o Sheik Ali ainda presenteou o Unibero com uma edição em português do Alcorão Sagrado e mais uma dúzia de diferentes livros sobre o Islamismo.
Nos dias 24 e 25 de abril ocorreu o MUNIBERO (Unibero Model Of United Nations). O tradicional evento que marca a Semana de Relações Internacionais do UNIBERO inova em 2008 ao simular a Rodada DOHA (encontro em Cancun) da Organização Mundial de Comércio.
Os alunos de Relações Internacionais precisaram voltar a janeiro e setembro de 2003 e pesquisar não apenas os interesses de cada país ao qual foi designado, mas os aspectos cultuais, políticos e econômicos que influenciaram o posicionamento de cada delegação no encontro.
Ao encarnarem a personagem de um Ministro das Relações Exteriores, o projeto acredita que o graduando em Relações Internacionais não apenas se depara com interesses divergentes que muitas vezes travam as negociações internacionais. Mas corre o risco de entrar em conflito com seu posicionamento pessoal em relação ao tema levantado, e precisa desenvolver uma argumentação e possuir um jogo de cintura para que seja fiel aos objetivos do seu país.
Este ano os debates se concentraram na questão dos subsídios agrícolas. De fato, esta questão ainda trava os acordos na OMC. Os países desenvolvidos (principalmente os membros da União Européia), ao invés de liberalizarem o setor agrícola para a entrada dos produtos dos países em desenvolvimento, subsidiam estes produtos para proteger sua própria produção elevando em muito os preços em seu mercado interno. Assim, os países em desenvolvimento (altamente dependentes das exportações agrícolas) não conquistam estes mercados, o que conseqüentemente trava o desenvolvimento.
Os delegados, então, rapidamente se dividiram, retomando, talvez, um conflito Norte e Sul dos anos 70, no qual o G-20 liderado por Brasil, Índia e China contra a União Européia, enquanto os Estados Unidos transitavam entre ambos, dependendo dos seus interesses em cada tópico. Entretanto, ao contrário da realidade, na simulação o G-20 conseguiu um acordo aprovado por maioria simples, no qual a liberalização do setor agrícola por parte dos países desenvolvidos ocorreria em troca da liberalização parcial do setor manufatureiro dos países em desenvolvimento.
Autor: CAUÊ MENDONÇA CARDOSO - 5º RI e LUIS FELIPE SPOSITO DE SOUZA - 7º RI
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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VI SEMANA UNIBERO DE INFORMÁTICA
Para que a VI Semana Unibero tivesse a participação de todos os alunos dos cursos de TADS matutino, vespertino e noturno, dos 1.e 2. semestres, os Representantes de classe foram fundamentais em convencer a todos da necessidade de aquisição de novos conhecimentos com os profissionais de mercado.
As palestras dos dias 22 e 23/04 às 9h (MANHÃ) foram as seguintes:
- Tema: O novo perfil do profissional de TI., por Idelbrando Cândido da Silva Jr
Gerente de Projetos e Professor na UniABC, com mais de 20 anos de experiência em TI, em sistemas de automação e financeiros.
Atualmente no Banco Itaú na Área internacional e Câmbio do Banco Itaú. Traçou um panorama interessante do mercado de trabalho na área de TI.
A seguir, no dia 23/04 tivemos :Tema: O Marketing e a TI, proferida por Irineu Lopes Trigo
Consultor de Negócios e Professor de Marketing na PUC – SP e UniABC.
Com mais de 30 anos de experiência, atuou no desenvolvimento, implementação e gestão de estratégias de marketing e vendas.
Experiente também em política de relacionamento com clientes, com fornecedores nacionais e internacionais e canais de distribuição.
Para as palestras do noturno estão confirmados os seguintes palestrantes: Silvana Neves, Manager Customer Develop LA & Mkt AM (Unilever)
Falou sobre Business Intelligence, uma vez que é responsável por essa área na América, da Unilever em 22/04, seguida de Edgar Rocha Mendonça da AD (Net - TV) , que forneceu informações importantes sobre os múltiplos papéis do homem de sistemas, para desenvolvedor VB, PHP, Java, e como se tornar especialista em Banco de Dados.
Finalizando, no dia 24 de Abril, tivemos a brilhante palestra do ex-aluno de Gestão de Sistemas de Informações do Unibero, André Fabiano de Lima, que, de uma forma muito didática, falou sobre o SOA (Arquitetura orientada a Objetos) e as dificuldades de sua implementação. André é um especialista em SOA, em gestão de projetos e é motivo de orgulho para os alunos que assistiram às palestras e para seus antigos professores.
Esse evento não teria sido possível, sem a dedicação e a ajuda dos professores Dirceu Azevedo e Jorge Surian, a quem devemos o sucesso do evento.
Autor: PROF. KENDI SAKAMOTO, coordenador do curso de TADS no Unibero-Brigadeiro
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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PALESTRA - RICARDO PAGEMAKER
No dia 24 de abril de 2008, os alunos de design digital do 5° semestre noturno, coordenados pela professora Rejane, tiveram a oportunidade de contar com a presença do convidado Ricardo Pereira e ouvir sua palestra sobre os processos de impressão. Mais conhecido no meio profissional como Ricardo Pagemaker, é editor da revista Professional Publisher, atua há mais de 20 anos na área de propaganda e artes gráficas, e é consultor em tecnologias de pré-impressão, fotografia digital e gerenciamento de cores. Trabalhou e palestrou para grandes empresas como IBM, Adobe, Corel e Apple e é autor de livros como “300 Superdicas de Editoração, Design e Artes Gráficas”, este em parceria com Ricardo Minoru Horie. 
O intuito da palestra era nos dar um panorama geral do mundo das artes gráficas. Com uma linguagem muito direta e objetiva, nos foi passada uma noção de diversas técnicas de impressão, contando desde os primórdios da humanidade, da necessidade de registrar os nossos relatos que mais tarde nos levaram à criação da escrita, à criação de máquinas como a prensa de tipos móveis do alemão Johannes Gutenberg no século XV, e que séculos mais tarde seriam aperfeiçoadas e transformadas em grandiosas máquinas – em tamanho e tecnologia – e produziriam uma enorme quantidade e variedade de impressões, nunca imaginadas pelos seus antecessores.
Foram abordadas as técnicas de tipografia, offset, serigrafia, flexografia, rotogravura, router, além de questões de mercado e equipamentos. Segundo Ricardo Pagemaker, devemos conhecer todos os tipos de técnicas para podermos dar a melhor combinação de resultados em termos de custos e qualidade de impressão para os nossos clientes. Um exemplo foi a sua explicação de que não é necessário adquirir o equipamento mais caro existente no mercado, mas, sim, aquele que podemos pagar e que atenda as necessidades atuais.
A palestra abordou questões relacionadas à luz e às cores e nos mostrou, através de algumas imagens, a necessidade de usarmos aparelhos de precisão para ajustarmos os nossos equipamentos para obtermos resultados profissionais, pois nosso cérebro trabalha o tempo todo em conjunto com os nossos olhos corrigindo e formando as imagens que enxergamos. Foram abordados os modos RGB, CMYK e LAB, além de dicas para impressão e correção prática de cores usando o programa Photoshop CS3 no modo LAB.
Uma das mensagens mais valiosas que nos foi passada é a necessidade de conhecermos uma grande gama de assuntos de diversas áreas do saber, e procurarmos seguir o caminho que nos proporcione satisfação no trabalho, o que conseqüentemente nos guiará para o aperfeiçoamento e o aprofundamento de nossos conhecimentos.
Autor: EDSON ISSAO SHIMODA - 5º DD
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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O ENSINO DO DESIGN NO SÉCULO XXI
Refletir sobre o passado e analisar os acontecimentos do presente para premeditar as idéias do futuro é um trabalho difícil, quase sempre sujeito às críticas mais contundentes e com pouco reconhecimento quando se consegue antever fatos e tendências mundiais. Certos especialistas, independentemente da área de atuação, dedicam tempo, esforço pessoal e recursos materiais para entender e dar um significado aos rumos da sociedade. Dentre os inúmeros pensadores que se dedicam ao exercício da “adivinhação lúcida” dos fatos, recordo a figura do escritor Alvin Toffler, autor de inúmeros livros, dos quais destaco O Choque do Futuro, a Terceira Onda, Mudança de Paradigmas e Riqueza Revolucionária.
Toffler obteve reconhecimento internacional pela concretização das suas previsões e, recentemente, recebeu merecida e invejável atenção do público especializado ao participar como palestrante, dia 16.04.2008, na cultuada feira de novas tecnologias em Las Vegas , a NAB Show 2008. Toffler, recordando alguns de seus conceitos básicos, como as três ondas (Sociedade Agrícola, Sociedade Industrial e Sociedade do Conhecimento), reafirma que já estamos vivendo em uma sociedade fruto da chamada Terceira Onda, ou seja, a intensificação do modelo social baseado na coleta, manipulação e produção do conhecimento.
Segundo Toffler, a propalada Sociedade do Conhecimento também protagoniza a tendência de reverter a estrutura de consumo com característica da produção de massa. Nas próprias palavras de Toffler: “Estamos vivendo neste início do século 21 o momento de reversão do processo de massificação que caracterizou a segunda onda, a revolução industrial. Tudo naquela fase visava à produção em massa. Os sociólogos criaram a expressão Sociedade de massa. Os meios de transporte passaram a ser conhecidos como meios de transporte de massa. Os meios de comunicação, como comunicação de massa. E a educação virou um simulacro das fábricas, das linhas de produção industrial, com trabalhos repetitivos, para preparar os garotos para uma vida inteira. Em muitos casos, essa ainda é a educação que temos em todo o mundo”.
É interessante pensar na fala de Toffler quando avaliamos a função estratégica que a educação cumpre nos países hegemônicos e os desmazelos pedagógicos presentes na grande parte dos países pobres e dos emergentes. Sem dúvida nenhuma, o desenvolvimento científico e tecnológico repousa sobre uma sólida base educacional. Sem esse alicerce cognitivo é impossível vislumbrar novas trilhas na selva competitiva que se transformou o mercado globalizado. Agora, o que é mais instigante é a sua posição quanto ao uso anacrônico de um modelo de educação (comprometido com o paradigma da segunda onda – a massificação) dentro de um panorama totalmente novo (a terceira onda e a desmassificação). A desmassificação aparece no ciclo de diversidade produtiva que orienta a indústria à atender necessidades dentro dos mais variados tipos de nichos. A comunicação também é afetada, deixou de ser homogênea, dirigida a toda a população, e passou a se dirigir a segmentos, a grupos de indivíduos e não à massa de toda a sociedade.
Assim sendo, presenciamos um confronto de idéias antagônicas: de um lado temos o ambiente social com economias integradas e dependências mútuas na produção, distribuição e consumo de produtos e serviços, que compartilham o fenômeno da disseminação ostensiva das tecnologias da informação e a conseqüente mutação do mundo embasado em axiomas analógicos para o mundo redefinido pela interatividade e conectividade, elementos considerados vitais ao fortalecimento da cultura digital. Do outro lado presenciamos uma resistência marcial das antigas bases estruturais da educação que erguem elegantes barricadas conceituais (militantes da massificação), contendo a pressão avassaladora das transformações sociais e das necessidades niveladas pelo avanço tecnológico e as novas exigências profissionais.
O design tem suas bases conceituais associadas à ascensão da segunda onda, momento em que o artesão foi substituído pela figura do operário, assumindo a responsabilidade pela execução de apenas uma tarefa dentro de todo o processo de industrialização. Cumpre ao operário estabelecer um vínculo com as técnicas e os materiais (base tecnológica), agora compartilhando o espaço com a máquina, tendo como paradigma fundamental a produção em grandes quantidades e a repetição exata da forma e da funcionalidade a partir de uma matriz (o molde de fabricação). A visão clássica da formação do design de produto segue esses pressupostos e ao longo dos tempos, mesmo diante de novas invenções e descobertas, manteve na sua identidade profissional a perfeita integração entro o tripé conceitual (forma, função e tecnologia) e as exigências da sociedade de consumo de massa.
Com o passar dos tempos, a profissão do design se ampliou, atingiu novas perspectivas e avançou em campos emergentes, consagrando a sua filosofia conceitual (forma, função e tecnologia). Podemos destacar diversos desdobramentos como o design gráfico (incorporando a comunicação visual), a diversificação e especialização de áreas dentro do próprio design de produto, ou seja, design de moda, embalagens, brinquedos, interiores, ergonomia, automobilística, aeroespacial, biomecânica, etc. E, assim, surgiram as mais recentes transformações, aliadas às criações tecnológicas no campo da informática, da Internet e da computação gráfica – o design digital e o design instrucional.
É preciso salientar que no caso do design digital o leque de atividades sofreu uma difusão espantosa, principalmente quando correlacionamos o perfil profissional do designer digital com as alterações dentro do processo criativo dos produtos e serviços: o uso de softwares avançados e outras ferramentas informacionais, facilitando o diálogo interativo entre o universo virtual e o mundo real, imprimiram um ritmo alucinante na maneira como inovamos na produção, permitindo, inclusive a diversificação e customização de produtos e serviços (itens salientados na defesa de Toffler sobre a desmassificação). Deste modo, a formação acadêmica do futuro designer digital deve prepará-lo para ocupar o seu espaço a partir da análise de um mercado que se desmassifica cada vez mais. O curso necessita focar as competências essenciais para que ele possa desempenhar bem o seu papel, competências genéricas (básicas dentro da visão conceitual de forma, função e tecnologia) e específicas (aperfeiçoamento e especialização a partir do autoconhecimento e identificação das habilidades pessoais dentro de um determinado segmento de atuação).
Adaptar programas e currículos torna-se uma obrigação constante. Formar núcleos internos de professores para debater e operar mudanças didáticas e pedagógicas consiste em uma ação inadiável (Núcleo de Estudos em Design nasceu com essa vocação). Diante da incontestável produção de novo conhecimento (a terceira onda), a atualização rege grande parte das atenções dos professores envolvidos na educação dos jovens designers. A oferta de cursos de capacitação, preenchendo lacunas no conhecimento artístico e estético, ou mesmo no modelo comportamental e atitudinal dos alunos, são ações também indispensáveis que colaboram na formação integral do educando (vale citar a iniciativa do Unibero em disponibilizar diversos cursos de capacitação, atendendo aos mais variados anseios de complementação da educação formal).
A constituição de grupos de talentos, a integração do corpo docente e discente em projetos interdisciplinares (TI), o estímulo ao processo de autodesenvolvimento, a elaboração de trabalhos de conclusão de curso (TCC) dentro de uma visão mais abrangente e menos determinista (algo que possibilita ao aluno a multiplicidade de experiências, expondo temas inovadores, os quais aproximam a formação do aluno da realidade social e cultural do seu país, além de possibilitar a manipulação de temáticas voltadas à dinâmica das empresas e aos inovadores mercados de produtos e serviços que surgem com a globalização econômica e cultural).
Outra etapa importante são os cursos de Pós-Graduação, responsáveis por aprimorar a qualificação do estudante com propostas mais complexas e mais intimamente focadas ao amadurecimento e especialização das suas competências como profissional do design (um momento importante de aproximação com o processo de desmassificação, elegendo temáticas de elevado grau de problematização formal, funciona e tecnológica, além de resultar na materialização de produtos e/ou serviços que possam ser adquiridos pelo mercado).
Aqui podemos destacar o que Toffler chama de ascensão do ‘prossumer’, neologismo cunhado para definir o produtor e consumidor ao mesmo tempo. E note que há uma fronteira difusa entre produção e consumo em muitas atividades. Toffler relembra o caso da fotografia, em que dependíamos da aquisição de filmes, de revelação numa loja distante, e, muitos dias depois, retirávamos as cópias e ampliações encomendadas. Que mudança, com as fotos digitais, em que o cidadão faz quase tudo sozinho e obtém o resultado imediato, sem gastar quase nada, e com a possibilidade de enviar dezenas ou centenas de cópias pela Internet. Eis a mudança dos ‘prossumers’. Levando em conta essa mudança, como devemos redirecionar a formação profissional do designer?
O melhor é diluir um programa mínimo de formação acadêmica e desconsiderar as mudanças no mercado? A produção do design não será afeta por essas transformações? Continuamos a reproduzir um modelo de ensino atrelado à segunda onda? Creio que não. Sem perder a sua essência, a universidade como ambiente gerador de idéias e uma das mais importantes instituições de transformação social, podemos incorporar as novas tendências e, ao mesmo tempo, interferir no desenvolvimento do futuro profissional. Basta assumirmos o compromisso com a desmassificação do ensino, aliada ao ininterrupto processo de requalificação das atividades propostas no curso.
O designer precisa se acostumar aos novos modelos e inovar dentro dos parâmetros estabelecidos pelos ‘prossumers’, criar produtos e serviços que estejam conectados à dinâmica de um mercado em constante transformação. Significa aceitar uma formação final mais especializada com uma base acadêmica mais generalista (para não menosprezar, evidentemente, as vantagens de uma visão holística diante do mercado), focada na constante atualização tecnológica (de acordo com as ferramentas disponíveis no mercado), voltada às múltiplas experiências e com um ritmo crescente de complexidade (dos TIs, TCCs e Pós-Graduação), além de reforçar, continuamente, as bases conceituais da profissão, responsáveis pela diferenciação de outras áreas profissionais e pela identidade inequívoca do futuro designer.
O Unibero reúne todos os esforços disponíveis para sintonizar sua prática de ensino aos modelos atuais da sociedade. Sem esse empenho, sabermos que será impossível acompanhar as mudanças do mundo e superar os desafios da concorrência. Os professores, conscientes das questões que nos desafiam o tempo todo, cobram soluções imediatas e implementações em curto prazo. Para isso, os professores multiplicam a comunicação e concretização uma ação disciplinar que espelha os objetivos do curso.
Sabemos que o mais importante é enfrentar as alterações propostas na terceira onda. Toffler cita que o crescimento do volume de informação produzida a cada ano no mundo é algo que impressiona. Em 2006, o mundo produziu 161 exabytes de informação, aí incluídos voz, dados, programas de rádio, imagens, textos, gráficos, filmes, vídeos, mensagens da Internet, etc. Significam o equivalente a 3 milhões de vezes o conteúdo de todos os livros já escritos na história do mundo. Assim, em 2010, serão 988 exabytes, ou quase um zettabyte, equivalente a 75 pilhas de livros cobrindo a distância da Terra ao Sol, ou uma fatia de 150 GB para cada habitante da Terra.
A pergunta que se delineia é a seguinte: sabendo que o design possui uma importância fundamental na economia globalizada, pois tem a tarefa de agregar valor aos produtos e serviços, como vamos tratar a formação do futuro designer? Não podemos adotar uma solução simplista e muito menos definitiva, mas ao analisarmos o amadurecimento do curso de design digital e o seu direcionamento pedagógico, aliado às lideranças na coordenação e direção, além de exaltar a excelente qualidade do corpo discente, podemos afirmar que o Unibero está conseguindo construir um grande destino. Futuros designers! Vamos “surfar” na terceira onda de Toffler.
Autor: PROF. MAURÍCIO GOULART, do curso de Design Digital da Unibero
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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4ª OFICINA DE ARTE DESIGN - SÉRIE VISIONÁRIOS
No dia 15.03.2008 iniciei a 4ª Oficina de ArteDesign, "Série Visionários" – Fayga Ostrower e os Universos da Arte, nas dependências da Oficina da Criatividade.
Em 2008 a oficina adotou como paradigma teórico a artista e professora de arte Fayga Ostrower (1920-2001), artista de renome internacional, premiada com o Grande Prêmio Internacional da Bienal de Veneza e o Grande Prêmio Nacional da Bienal de São Paulo e foi eleita Membro Honorário da Accademia dell' Arti del Disegno (fundada por Michelangelo), de Florença. Sua área de ensino abrangia a teoria da arte, sobretudo os aspectos básicos da linguagem visual, a estrutura do espaço relacionada à expressividade das formas e o papel da percepção e intuição nos processos criativos.
Na 4ª Oficina de ArteDesign adotamos como base teórica a obra Universos da Arte, de Fayga Ostrower, um alicerce indispensável na compreensão dos conceitos de espaço e expressão, elementos visuais, composição e estilo. Todos os conteúdos serão explorados de forma dinâmica e interativa, ou seja, aplicados em trabalhos artísticos (empregando a linguagem da pintura sobre papel, tela e madeira).
Assim sendo, na última aula, dia 12.04.2008, o grupo de alunos utilizou a técnica de pintura têmpera associada à tinta látex sobre papelão ondulado, previamente preparado, usando conceitos de composição artística, associando espaço e expressão, movimento visual, orientações e direções espaciais. Alguns trabalhos foram confeccionados e a partir da discussão dos temas com o professor, cada aluno vivenciou o autoconhecimento artístico e desafiou suas potencialidades expressivas no manuseio das cores sobre o papelão ondulado. Uma regra fundamental estabelecida pelo professor: capturar elementos geométricos e organizá-los no interior do espaço com o intuído de criar uma composição abstrata.
Os trabalhos conseguiram refletir os principais tópicos abordados na aula e confirmaram as qualidades artísticas dos alunos. A preocupação dos alunos com os elementos essenciais do estudo da percepção da arte – centro geométrico e perceptivo, diferenciação lateral, etc. – ajudaram a dinamizar a prática pictórica, reafirmando a necessidade de uma integração consciente entre penar e fazer, entre criar e planejar, entre sentir e refletir.
Autor: PROF. MAURÍCIO GOULART, do curso de Design Digital da Unibero
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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INÍCIO DO CAMPEONATO DE FUTSAL NO UNIBERO
O Futebol de Salão tem duas versões sobre seu surgimento.Como em outros esportes, há divergências quanto à sua invenção. Há uma versão que diz que o Futebol de Salão começou a ser jogado no Brasil por volta de 1940 por freqüentadores da Associação Cristã de Moços, em São Paulo. Como havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres onde pudessem jogar, começaram a jogar suas "peladas" nas quadras de basquete e hóquei. No inicio, jogavam com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe, mas logo definiram o número de cinco jogadores por equipe. Temos também a versão que os gaúchos, amantes desse esporte, é que inventaram o Futebol de Salão em 1931 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu/Uruguai, na pessoa do professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de "Indoor-Foot-Ball".
Toda essa história pode não ser atrativa para muitos, mas para alguns grupos é de muita importância, como é o caso dos 20 time s formados pelos alunos de vários cursos do Unibero-Brigadeiro. Dispostos a brincar e descontrair, vários alunos no dia 12 de abril, sábado, compareceram na quadra de futsal da unidade, para inaugurá-la e dar início ao campeonato referente ao 1º semestre de 2008. Vários times compareceram.e jogaram. Uns venceram, outros não tiveram essa felicidade, claro. Como primeira rodada, foi válida a brincadeira e, apesar de algumas divergências por parte dos alunos quanto à arbitragem, concluímos que todos estão predispostos a desenvolver seus jogos com focos claros de atuação. Mais uma vez, o futebol pode ser um bom exemplo sobre a nova filosofia de gestão. O importante é formar constelações com estrelas que brilhem cada vez mais, ampliando as competências e alcançando novos patamares de qualificação.
Autor: PROF. ELWYN LOURENÇO CORREIA, diretor do Unibero-Brigadeiro
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES |
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ESCRITÓRIO JURÍDICO EXPERIMENTAL DO UNIBERO
Nesta quinta-feira, dia 10 de abril, o Núcleo de Prática Jurídica do Unibero, por meio de seu Escritório Experimental, alcançou uma grande vitória.
Nosso núcleo foi procurado pela aposentada Aida de Morais Maximo, no dia 09 de abril próximo passado, que alegou, em decorrência de um nódulo maligno, necessitar de tratamento por meio de ingestão de medicamento via oral indicado por seu médico.
No entanto, disse ela que, ao comparecer ao hospital onde realiza seu tratamento, obteve a informação de que tal medicamento não havia em estoque e que, em razão de problemas internos de fornecimento do medicamento por um laboratório, o seu fornecimento só seria regularizado após um mês.
Diante do cenário fático, o Escritório Jurídico Experimental do Unibero, por meio de seus estagiários e de seu advogado orientador, professor Cleber Pereira Medina, incontinente, interpôs a competente ação de obrigação de fazer pelo rito ordinário, com pedido de antecipação de tutela.
Distribuída pelo estagiário Josué Alves Barreto, aluno do 7º período, junto à 13ª Vara da Fazenda Pública, a Meritíssima Juíza “a quo”, concedeu a antecipação da tutela para que o Estado, com dispensa de licitação em razão da urgência, forneça os medicamentos.
A notícia foi recebida com muita satisfação tanto pelos estagiários, que vêem seu trabalho produzindo efeitos na esfera jurídica, como pela aposentada que poderá manter seu tratamento normalmente, o que é motivo de muita alegria para Núcleo de Prática Jurídica.
Clique aqui para visualizar o processo.
Autor: PROF. NEIMAR FOGANHOLI, do curso de Direito da Unibero
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ |
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III SEMANA CULTURAL - O CINEMA EM COMUNICAÇÃO
Na abertura da "3ª Semana de Cinema em Comunicação", evento promovido exclusivamente para os alunos de Comunicação Social do UNIBERO, tivemos a apresentação do clássico "O Carteiro e o Poeta.”
A escolha do filme se deu não apenas por sua importância na História do Cinema, mas também por ser um filme poético sobre a extremidade da poesia. A história gira em torno de Mario, um carteiro, que, ao fazer amizade com o grande poeta Pablo Neruda, vira seu carteiro particular e acredita que ele pode se tornar seu cúmplice para conquistar o coração de uma donzela. Descobre, assim, a poesia que sempre existiu em si. Tal descoberta assemelha-se àquelas descobertas de verdade pelos meios dialéticos de Sócrates-Platão.
O filme é sobre a busca do amor e da aceitação. O professor José Maurício, que ministra aulas de Ergonomia Visual para as turmas do 4º e 5º períodos matutinos, pontuou alguns momentos do filme, ressaltando a todos os presentes a importância dos profissionais de Design no processo construtivo de uma criação como forma de comunicação.
Autor: PROF. ELWYN LOURENÇO CORREIA, diretor do Unibero-Brigadeiro
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ
Uma imagem vale mais do que muitas palavras! Essa frase é muito difundida e demonstra o quanto é possível enaltecer um pensamento pelo intermédio de uma imagem e caso essa mesma imagem surja em movimento, em ação, o impacto cognitivo é muito maior, ou seja, podemos carregar, muitas vezes, uma imagem pelo resto da nossa existência. Constantemente lembramos de cenas do cinema que marcaram grandes acontecimentos, muitas vezes relacionados aos nossos desafios pessoais de vida. Assim, criamos uma relação intimista com a imagem e produzimos pensamentos, sentimos emoções e, acima de tudo, construímos uma cumplicidade com a história e os seus protagonistas.
Nesse relacionamento complexo, o cinema despoja-se da qualidade limitada de simples entretenimento e revela uma estrutura intrincada que acaba por se confundir com os dilemas do público e, no momento em que representa esse papel cultural com maestria, decompõe a realidade e as facetas mais inesperadas da nossa consciência. Quem nunca se surpreendeu com o desfecho inesperado de Um corpo que Cai, obra de Alfred Hitchcock, com uma trama que evolui para se tornar um tratado a respeito da imagem e da sedução que ela exerce sobre o espectador, ou se emocionou com o final de Casablanca do diretor Michael Curtiz, ou ainda, se encantou com a felicidade contagiante de Cantando na Chuva, filme de Gene Kelly e Stanley Donen.
Mas quem ainda não assistiu essas obras, se tratando de um aluno universitário, sugiro que o faça imediatamente. Essas e tantas outras são experiências visuais inesquecíveis, obras que ultrapassam muito a ingênua classificação do cinema como mero instrumento de diversão. Nos faz sonhar, pensar, amar, criar... A qualidade do nosso pensamento depende muito dos “produtos culturais” que consumimos. O cinema não é exceção.
Bons filmes acrescentam valor ao nosso modelo mental, ampliando a capacidade de entender e interpretar o mundo em que vivemos. Quem já assistiu ao filme Cidadão Kane de Orson Welles, sabe que pela trajetória do personagem que pronuncia ‘Rosebud’ (botão de rosa) é possível compreender os meandros inescrupulosos que habitam a cobiça pessoal e a sede de poder político. Não passamos imunes!
Da reflexão pessoal o cinema conduz ao deslumbramento estético de temas que dialogam com os temas da história (O Nascimento de uma Nação, D. W. Griffith), da ficção científica (2001 – uma Odisséia no Espaço, Stanley Kubrick), da realidade social (Deus e o Diabo na terra do Sol, Glauber Rocha), do terror expressionista (Nosferatu, Friedrich W. Murnau), do épico (Lawrence da Arábia, David Lean), humor poético (Em busca do Ouro, Charles Chaplin), da reflexão filosófica (O Sacrifício, Andrei Tarkovski), da fábula (O Mágico de Oz, Victor Fleming) e tantos outros momentos inesquecíveis.
Assim sendo, depois da 3ª Semana de Cinema em Comunicação é importante ressaltar o papel cultural que o centro universitário Unibero tem desempenhado junto aos alunos e a contribuição, inestimável e valorosa, na formação dos inúmeros universitários, professores e coordenadores que todo ano participam do evento. A coordenação dos cursos de Comunicação reconhece essa importância do cinema e privilegia um espaço especial para expor e analisar obras cinematográficas de grande valor histórico e cultural, especialmente selecionadas pelos professores para proporcionar uma verdadeira experiência acadêmica, algo que deverá instigar a metamorfose dos valores individuais e coletivos e o aprofundamento das questões de grande relevância no desenvolvimento integral dos nossos queridos alunos.
A repercussão foi extremamente promissora, pois os alunos participaram da 3ª Semana de Cinema em Comunicação de forma civilizada (permanecendo em silêncio no Auditório Mozart, ou seja, respeitando os colegas e os professores) e entusiasmada (participando do debate e das discussões após a exibição do filme). Isto identifica a construção de boas práticas pedagógicas dentro do nosso universo estudantil, assistimos a geração de um ambiente propício ao cultivo de novas idéias e ascensão de novos significados sociais. Sabemos que isso é apenas um passo, mas de grande importância para todos.
Não é por acaso que os trabalhos produzidos – textos escritos pelos alunos – ostentam qualidade e transformação na ordem corriqueira de se processar o aprendizado na universidade brasileira. A interação entre os professores e os alunos é renovadora e intensa. Os desdobramentos interdisciplinares são efetivados a cada nova sessão (as obras são debatidas, surgem inúmeras citações literárias e diversas indicações de leitura, os alunos buscam argumentação escrita, abordagens paralelas são expostas criando um desenvolvimento pessoal que envolve a análise e aproximação com outras áreas do saber – artes plásticas, teatro, fotografia, ciências sociais, política, história em quadrinhos, tecnologia, etc.).
A responsabilidade do professor é crucial, pois em cada sessão de cinema o mestre tem a possibilidade de ampliar a estimulação do educando dentro de uma estratégia envolvente, cativante, hipnótica, baseada na dinâmica da imagem em ação: o movimento das imagens desencadeia uma reação intelectual que diverte, anima, descontrai e contamina o espectador com um desafiador e provocante arsenal de possibilidades de amadurecimento pessoal.
Na 3ª Semana de Cinema em Comunicação, o professor, responsável pela mostra, munido de todas as informações sobre o filme, opera uma comunicação adequada para otimizar o processo de aprendizagem. E, depois, na sala de aula o evento é mais uma vez revisto e traduzido dentro de parâmetros possíveis de se avaliar e aferir os conhecimentos adquiridos, integrando, inclusive, o sistema de avaliação global do aluno.
Foram momentos emocionantes ao longo de toda a mostra de cinema, nos apaixonamos pelos personagens de Escritores da Liberdade, nos surpreendemos com a mensagem contundente de V de vingança, nos deliciamos com o humor e lirismo de O Carteiro e o Poeta, nos impressionamos com a reflexão sobre A Revolução dos Bichos, nos emocionamos com Amélie Poulain e outros tantos momentos importantes e maravilhosos da 3ª Semana de Cinema em Comunicação.
Um agradecimento muito especial: sem a dedicação e profissionalismo da coordenadora e professora Iara, não seria possível a realização do evento. A professora Iara soube agregar os esforços necessários e a cooperação indispensável de todos os envolvidos para levar até vocês o pensamento, a imagem e a ação do cinema.
Parabéns a todos que colaboraram para tornar em um “sucesso de bilheteria” mais uma semana de cinema no Unibero!
Autor: PROF. MAURÍCIO GOULART, do curso de Design Digital da Unibero
Revisão: PROF. DALMIRO LOPES
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Confira os comentários dos alunos e demais participantes sobre a III Semana Cultural
Galeria de Fotos
Confira os melhores momentos registrados na III Semana Cultural
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REUNIÃO DE REPRESENTANTES DAS AULAS PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
No dia 27 de março, o professor Elwyn, juntamente com a professora Juliana Costa, reuniu-se com todos os monitores no Auditório Mozart, para falar sobre a importância do papel do monitor junto às salas do 1º ano de todos os cursos da unidade.
No auditório, com mais da metade de sua capacidade ocupada, o professor ressaltou que o objetivo das aulas práticas supervisionadas é promover apoio às atividades pedagógicas, bem como oferecer a oportunidade de a formação acadêmica ser aprofundada dentro do corpo discente.
O papel do aluno monitor, segundo o professor, está diretamente ligado à prestação de apoio no que diz respeito às disciplinas a que as atividades supervisionadas se vinculam. Ao aluno monitor cabe também gerenciar o vínculo acadêmico que se estabelece com o professor da disciplina referida e supervisionar o efetivo exercício das funções no tempo e modo adequados.
Os seguintes pontos também foram lembrados:
· Os discentes da educação superior podem ser aproveitados em tarefas de ensino e pesquisa pelas respectivas instituições, exercendo funções de monitoria, de acordo com seu rendimento escolar.
· As aulas supervisionadas são aulas práticas, sob a forma de exercícios específicos de cada disciplina disponíveis em cadernos.
· O supervisor é o Coordenador do Curso, que conta com o apoio de monitores (um para cada disciplina).
· As aulas possuem materiais estruturados e não podem ser confundidas com Atividades Complementares.
· Os exercícios são disponibilizados também pelo sistema Moodle para que as respostas sejam digitadas on-line.
· A freqüência às aulas práticas será computada com a entrega dos exercícios.
· O total de acertos superior a 80% vale 1 ponto na nota do segundo bimestre (ponto extra).
Ao final do encontro, os professores encerraram a reunião cientes de que a instituição tem o objetivo de oferecer aos alunos uma sólida base de conhecimentos, competências e habilidades com vistas a desenvolver uma aprendizagem significativa, capacitando-os para implementar seus Projetos de Vida.
Autor: PROF. ELWYN LOURENÇO CORREIA, diretor do Unibero-Brigadeiro
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ |
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AULA DE FOTOGRAFIA - PINHOLE
A "câmera de orifício", mais conhecida como Pinhole (em inglês, buraco de agulha), é um modo artesanal de se produzir e aprisionar imagens sem o uso de uma câmera fotográfica convencional. Fizemos essa experiência com os alunos do 4º DD da manhã e foi bem interessante. Produzimos nossas câmeras com latas de alumínio, papel cartão, fita isolante e papel alumínio.
As câmeras fotográficas convencionais são construídas tendo a câmera escura como princípio e, com esse exercício, pudemos observar como é simples a formação de imagens técnicas, como a fotografia e o cinema.
Autora: PROFª CAMILA GARCIA LOPES, do curso de Design Digital da Unibero
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ
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SAÍDA FOTOGRÁFICA NO BAIRRO DA LIBERDADE
No dia 11 de março, realizamos uma saída fotográfica com os alunos do terceiro semestre de Design Digital no bairro da Liberdade. Os preparativos para a comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil estão a todo vapor e não ficaremos fora dessa. Tal contato foi bastante importante, visto que, neste semestre, o tema para o TI do curso de Design Digital será o Centenário. As imagens feitas no local serão expostas na Semana de Design para a apreciação de todos.
Autora: PROFª CAMILA GARCIA LOPES, do curso de Design Digital da Unibero
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ
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AULA MAGNA DE DESIGN DIGITAL

VISÃO DOCENTE
No dia 6 de março de 2008, nas dependências do Auditório Mozart, três professores do curso de Design Digital apresentaram uma Aula Magna, Design e TCC – novos campos de aplicação do Design Digital, com o intuito de atualizar os alunos sobre as possibilidades de exploração do design e as tendências no mercado de trabalho.
Objetivando a interdisciplinaridade, a Aula Magna foi dividida em três blocos: primeiramente, o professor Maurício Goulart abordou questões relativas ao cenário nacional, às influências provocadas pela globalização, à produção e ao nível de consumo no mercado interno. O professor Maurício falou sobre a necessidade de um pensamento estratégico que resulte na geração de maior valor agregado aos produtos / serviços e demonstrou como essa contingência afeta o mercado de trabalho. Finalizando sua parte, o Professor Maurício apresentou os temas do TCC / 2008, gerando uma conexão entre as exigências do mercado e a necessidade de formação de mão-de-obra especializada para atender à demanda das empresas no campo do Design Digital. 
No segundo bloco da Aula Magna, a professora Rejane Dutra expôs um brilhante enfoque sobre o futuro da Internet, ressaltando a evolução dessa importantíssima ferramenta do designer na era digital. A professora dissecou didaticamente quais são os novos passos da Internet e alertou o público sobre uma exigência inadiável para os profissionais do ramo digital: a constante e ininterrupta atualização tecnológica. Não será mais possível uma manipulação leiga e amadora da Internet, o profissional não poderá fechar os olhos aos procedimentos, às convergências e às interações que já povoam esse fantástico universo virtual. Em outro momento, a professora Rejane explicou diversos elementos da Internet e, mais uma vez, exaltou a necessidade de se criar projetos a partir do conhecimento e do uso das novas tecnologias.
No terceiro bloco da Aula Magna, o professor Fabiano Salomão direcionou a atenção do público para análise da estrutura e do funcionamento de uma agência de design. Mostrou as características dos trabalhos desenvolvidos e a importância de aproximar o TCC da realidade do mercado. Sua exposição, baseada na experiência profissional adquirida na realização de inúmeros trabalhos no campo do design, também alertou os presentes quanto à necessidade de o aluno buscar ao longo do curso uma especialização, pois as agências e os escritórios de design cobram dos candidatos esse tipo de qualificação no momento da seleção dos seus futuros colaboradores. Sabemos que uma agência possui diferentes áreas de atuação (criação, mídia, TI, atendimento etc.), dessa forma, o ideal é o aluno conhecer todas as possibilidades dessa estrutura, mas, ao mesmo tempo, buscar o aperfeiçoamento em uma atividade com a qual se identifica mais.
A Aula Magna transmitiu diversas informações interessantes aos alunos e concretizou uma convergência de pensamentos entre os três professores participantes, algo que comprova que a interdisciplinaridade representa a melhor opção para se atingir um conhecimento mais abrangente sobre a importância da formação e o papel que deverá desempenhar o futuro designer. Os temas propostos para o TCC em 2008 foram refletidos a partir das reuniões do Núcleo de Estudos em Design (fundado no final de 2007) e exibidos na Aula Magna de forma a proporcionar aos alunos – aqueles que se encontram no estágio inicial de desenvolvimento do TCC - opções atreladas à realidade econômica do país e aos anseios sociais e culturais do nosso povo. Temos certeza de que a Aula Magna contribuiu muito para aprofundar o debate sobre a realização do TCC e, fundamentalmente, abriu um caminho seguro pelo qual o futuro profissional poderá trilhar o seu desenvolvimento pessoal e a sua inserção no mercado de trabalho.
No seu último livro, “Cinco Mentes Para o Futuro”, Howard Gardner aponta a urgência de se criar no profissional do século XXI cinco formas complementares de raciocínio: a mente disciplinada, sintetizadora, criadora, respeitosa e ética. Com certeza, iniciativas como a Aula Magna colaboram com a formação holística pregada por Gardner, demonstrando que é possível unir a visão do mercado e os valores humanísticos, que é possível associar sonho profissional ao empenho acadêmico. A Aula Magna objetivou essa integração de mentes e marcou um novo capítulo nas atividades universitárias, ou seja, a iniciativa de construirmos, juntos, uma nova identidade para o curso de Design Digital. Parabéns aos alunos e professores que participaram desse importante evento!
Autor: PROF. MAURÍCIO GOULART, do curso de Design Digital da Unibero
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ
VISÃO DISCENTE
O professor Mauricio deu inicio à aula magna falando-nos como o cenário nacional pode influenciar a nossa profissão. Ele nos chamou a atenção para dados que nem sempre prezamos, como o desenvolvimento do país no que diz respeito à venda de cosméticos, o crescimento da venda de computadores ou o fato de o consumo de jogos pelas mulheres superar o consumo feito pelos homens. Ficamos sabendo como essas informações podem influenciar o mercado de trabalho a nosso favor. Para isso, devemos saber interpretar os fatos, prever os rumos e desejos do mercado e fazer uso de nossa visão estratégica de longo prazo para agregar valor aos nossos trabalhos.
O professor falou também sobre as competências aliadas às exigências do mercado de trabalho. Disse-nos que o profissional de nossa área deve ser flexível, ágil para aprender novas tecnologias, proativo e especializado, pois, desse modo, pode explorar ao máximo sua capacidade.
Para finalizar, o professor Mauricio comentou sobre os temas para os TCCs de 2008, elaborados mediante os dados do panorama nacional e do mercado citados no início da aula. Foram eles: eventos, moda, arquitetura e design, novas tecnologias, sinalização urbana, grafite, arte cinética, Oscar Niemayer, Masp, aquecimento Global e, por fim, febre amarela e dengue.
Depois da finalização do professor Maurício, a professora Rejane apresentou-nos a Web 2.0 como uma forma mais participativa ou interativa, contrastando com nosso costume de somente buscar informações. Já utilizamos em parte essa Web, por meio do Orkut, second life ou blogs, mas aprendemos ser possível uma abordagem maior da Web 2.0 tanto para nosso benefício quanto para o de nossos clientes.
Fomos apresentados a várias ferramentas da Web 2.0, tais como o Creative Commons, que permite publicar conteúdo com acesso livre ou autoração para preservar ou direitos autorais ou tornar a obra livre, W3C como ferramenta de validação de códigos, em busca, portanto, da padronização para facilitar o acesso em qualquer lugar e a usabilidade por qualquer pessoa, seja no país ou no exterior. Aprendemos a primar pelo compartilhamento das informações por meio de redes sociais, comunidades virtuais, ou até por publicação de documentos de trabalho, tornando assim o produto final como, por exemplo, o TCC mais aberto a várias linguagens.
Ficamos sabendo também que, em breve, a “net” vai evoluir ainda mais, quando em 2009, for lançada a Web 3.0, trazendo mais acessibilidade.
O último a palestrar foi o professor Fabiano, dando vários conselhos para unir os conhecimentos abordados pelo professor Mauricio e pela professora Rejane. Aprendemos que ser designer não nos obriga a produzir somente sites, papelaria ou manual de identidade visual. Devemos estar sempre atentos às novas possibilidades para enriquecer mais os nossos projetos, saindo assim do lugar comum. Ser criativo é uma exigência; saber inovar, pensar na unidade e padronização da campanha e acima de tudo sempre pensar no resultado de forma a agregar valor à marca e/ou ao produto do nosso cliente é preciso.
Vimos que planejamento também é papel do designer, pois, assim, pode atingir com perfeição o consumidor. Por esse motivo, é preciso diversificar com trabalhos para impressão e para internet, mas com unidade, fazendo uso dos conhecimentos que temos. Não há motivo para deixar de usar várias ferramentas, como Orkut, blogs, podcasts, celular, revista, jornal, jogos, TV, rádio, etc. Devemos fazer da convergência das mídias nossa melhor arma, porém devemos utilizá-la com estratégia.
Foi abordado também o tema da valorização do nosso trabalho, como cobrar de cada cliente, sempre com bom senso, pois, acima de cada trabalho, está o nosso portfólio.
Em resumo, um assunto complementou o outro, despertando-nos para vários horizontes de desenvolvimento profissional na área que almejamos seguir.
Autora: VANESSA MARIA CARDOSO TEODORO - 4º DD
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ
GALERIA DE FOTOS: AULA MAGNA - DD |
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PALESTRA MINISTRADA POR ROBERTO DUAILIBI NO SENAC
No dia 27 de fevereiro, os alunos do 4° período de Publicidade e Propaganda assistiram, no Senac, em São Paulo, à palestra "Seja publicitário – venha saber como e por quê", ministrada por Roberto Duailibi, um dos sócios de uma das maiores e mais criativas agências de publicidade do Brasil : a DPZ.
A palestra foi baseada na história e na vivência de Duailibi, que relatou, durante o evento, o dia-a-dia de um profissional da área publicitária.
Vários aspectos da profissão foram comentados e discutidos em um clima de bate-papo com amigos.
Durante a palestra, quatro pontos, considerados pelo palestrante imprescindíveis para se alcançar o sucesso, foram levantados e comentados: verdade, moralidade, originalidade e bom gosto.
De acordo com Duailib, devemos sempre comunicar ao consumidor somente a verdade. Mentir, omitir ou influenciar de forma errônea caracteriza falta de ética e denigre a imagem da publicidade, bem como suja o nome do profissional. O palestrante também defende que nossos negócios devem seguir princípios morais, uma vez que o caráter está acima de tudo.
Em relação ao perfil do profissional da área, Roberto Duailib assevera que é necessário que seja original e que tenha bom gosto. A originalidade, segundo ele, é de suma importância para o reconhecimento do publicitário, visto que somente com idéias novas e criativas irá se diferenciar da massa. O bom gosto, por sua vez, permite que crie peças belas esteticamente, o que pode atrair e estimular o consumidor.
A palestra foi direcionada, sobretudo, aos alunos que estavam ingressando no curso técnico de Publicidade e Propaganda do Senac. Porém, foi muito proveitosa e inesquecível para todos que participaram - alunos de Publicidade ou interessados na área.
Ao final da palestra, vimos alguns vídeos de comerciais criados pela DPZ, que estão atualmente no ar. Além disso, diversos exemplares autografados de livros de autoria de Duailibi foram sorteados aos espectadores.
Desta palestra, temos certeza que levamos uma grande lição. Segundo o próprio Roberto Duailibi; “O sucesso depende de nós mesmos, somente encarando os desafios é que iremos alcançar o sucesso dessa vasta ciência chamada Publicidade”.
Autores: KARINA LOPES CARRASCO E JOÃO PAULO ZAGUETTO - 4 º PP
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ
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VISITA AO MUSEU DA IMIGRAÇÃO JAPONESA (01/03/2008)
No inicio da visita, conhecemos a Sra. Mieko, que foi nossa guia por todo o museu. Primeiramente, vimos um mapa-múndi que ilustra a viagem feita pelos imigrantes até aqui.
Em 1908, muitos problemas ocorriam no Japão, dentre eles a reforma agrária e a industrial. Além disso, outro fator preocupante era a densidade demográfica, pois o país, sendo composto por ilhas, sofria e ainda sofre de falta de espaço.
Em meio a todos esses acontecimentos, nasce o sonho japonês de fazer fortuna em outro país, e a idéia propagada de que o Brasil era a “terra prometida” faz com que muitos japoneses embarquem em busca da realização desse sonho.
O governo brasileiro prometia financiar toda a viagem, entretanto os imigrantes descobriam somente quando chegavam aqui que os custos da passagem deveriam ser pagos com o trabalho. Dessa maneira, sobrava muito pouco dinheiro para a poupança que serviria para que voltassem a sua terra natal.
A primeira viagem durou dois meses. Os imigrantes embarcaram em um navio cargueiro da marinha russa, Kasatu Maru, e percorreram 12 mil milhas. Nessa embarcação, vieram cerca de 780 pessoas.
Elas foram alojadas nos porões do navio e viajaram em precárias condições; faltavam-lhe alimentação e higiene, o que contribuiu para a disseminação de doenças. Pudemos ver, no museu, maquetes perfeitas de quatro navios que foram utilizados para transportar os imigrantes.
A Sra. Mieko explicou-nos que, quando chegavam ao porto de Santos, os japoneses viajavam mais de três horas até chegar à hospedaria dos imigrantes. Possuíam dificuldade em aprender a língua portuguesa e também era difícil para eles se adaptar ao clima e à alimentação. Muitos morreram devido a desnutrição e diarréia.
Antes dessa primeira viagem, já havia alguns japoneses aqui, para domínio da língua e acertos de contrato. Com o passar dos anos, com a vinda de mais navios, como Brasil Maru, e com a melhora das condições de viagem, tivemos um crescimento bem rápido no número de imigrantes vivendo no Brasil. Em 1940, eram 100 mil; em 1970, esse número passou para 250 mil e; nos dias de hoje, contamos com aproximadamente dois milhões de japoneses morando aqui.
Sra. Mieko disse-nos que, dentre todas as dificuldades que eles tiveram, sem duvida nenhuma, a pior foi a lavoura do café, pois não estavam acostumados com esse tipo de plantação e tiveram de aprender depressa a lidar com os instrumentos de trabalho e a criar novos para facilitar a vida deles no campo, pois trabalhavam sob olhos atentos dos vigias. Como não dominavam a língua portuguesa e a comunicação era difícil, o berrante foi usado como chamado para o início e término dos trabalhos na lavoura.
Visitamos outra parte do museu que abriga uma cabana que representa o local onde os imigrantes se instalavam aqui. Nessa cabana, há fogão a lenha, algumas roupas, cama, cobertura de sapê, madeiramento de segunda, tirado das copas das árvores e usado na construção. Há também altares que demonstram religiosidade dos imigrantes e fotos do imperador, que além de servirem de lembrança de suas origens, encorajavam os imigrantes a voltar algum dia para seu país.
Na visita ao museu, foi possível também observar animais empalhados da fauna brasileira não conhecidos pelos japoneses. Tais animais foram usados como alimentos para os imigrantes.
Foram vistos também exemplos de Totens de loteamento das colônias japonesas, principalmente na região de Mirandópolis, onde até hoje os Yubas, uma das maiores colônias japonesas, sobrevive mantendo as tradições, a cultura e a arte do Japão.
Há, no museu, uma canoa com a escultura de um casal de imigrantes de tamanho real e, aos pés deles, muitos instrumentos de trabalho utilizados no dia-a-dia e réplicas de verduras, legumes, ervas e frutas que eles trouxeram para cá. Dentre os alimentos expostos no museu, a Sra. Mieko destacou uva, mexerica, caqui, amendoim etc. O governo não permitia que os japoneses trouxessem sementes, por isso elas eram trazidas clandestinamente dentro dos miolos dos pães durante a viagem.
Posteriormente, surgiram muitas cooperativas de trabalho, essas cresceram e cultivaram muitos alimentos que fazem parte da nossa alimentação atual e que são exportados para diversas partes do mundo. Entretanto, tais cooperativas faliram graças à corrupção, à dívida por empréstimos feitos juntos aos bancos. Além disso, muitas cooperativas que trabalhavam com seda foram incendiadas em virtude de as pessoas pensarem que os japoneses exportavam tal produto para os Estados Unidos. Com o passar dos anos, contudo, foi verificado que tal suspeita era inverídica.
Estão expostos também roupas, artigos esportivos e relacionados a artes marciais como: sumo, kendo, taekwondo e beisebol.
Há também exposição de caixas de primeiros socorros e de instrumentos cirúrgicos utilizados pelos maridos para a realização de partos de suas esposas.
Além disso, é possível observar um painel com a imagem do Ipê do Brasil. Por meio dele, fizemos, em nossa visita, analogia com a sakura, que é a flor símbolo do Japão.
Após a Segunda Guerra Mundial, a imigração japonesa volta a acontecer. Nessa época, em que vigorava a ditadura no Brasil, foi proibida a comunicação na língua japonesa e muitos imigrantes foram perseguidos. Enquanto isso, no Japão, o imperador se rendia, criando revolta nos colonos que aqui moravam e se dividiram em dois blocos de aceitação ou não da rendição do imperador japonês.
No terceiro e último andar do museu, vimos 14 painéis fotográficos que marcam quatro gerações dessa história da imigração japonesa no Brasil. Encontramos neles todas as marcas de produtos japoneses existentes hoje em dia, fotos de pessoas importantes que preservam suas tradições, cultura e que prosperaram aqui, simbologia e fundamentos religiosos e supersticiosos. Nesses painéis, é possível ver a mistura dos costumes brasileiros e japoneses, o quanto os japoneses gostam do carnaval e de todas as nossas festas, bem como nós apreciamos sua culinária, seus desenhos animados, suas artes marciais etc.
Portanto, a visita ao museu e a explicação da Sra. Mieko enriqueceram muito o nosso conhecimento sobre a trajetória dos imigrantes e sobre a sua cultura, que ao mesmo tempo é tão diferente e tão próxima da nossa.
Autora: PRISCYLA FIGUEIRA - 5º DD
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ |
ABERTURA DO 1 º SEMESTRE DE 2008
Dia 21 de fevereiro foi um dia de acontecimentos especiais para os que ingressaram neste semestre letivo nas faculdades Anhangüera-Unibero. Os calouros de Administração, Comunicação Social, Direito e de muitos outros cursos reuniram-se na quadra do UNIBERO, às 19h15, para dar início às suas vidas acadêmicas e conhecer um pouco sobre a instituição e o seu corpo docente.
O prof. Dr. Valmor Bolan, reitor do UNIBERO, fez seu discurso e, em seguida, passou a palavra para a profª. Drª. Alexandra Mastella, pró-reitora acadêmica, que transmitiu aos novos alunos alguns dados importantes sobre nossa instituição, apresentando também os nossos diferenciais, como o Programa Livro-Texto e o Programa de Avaliação Institucional, bem como os cursos oferecidos pela instituição.
Em seguida, os coordenadores dos cursos fizeram uma breve apresentação e deram suas boas-vindas aos ingressantes, colocando-se à disposição de todos para mais informações. Parte da equipe de funcionários também falou brevemente aos calouros.
Ao final da apresentação, foi feita uma atividade lúdica que integrava alunos, professores, coordenadores e funcionários, com música, bexigas e jornais, criando um clima de descontração. A brincadeira encerrou-se por volta das 21h20, quando os calouros foram instruídos a procurar a sala correspondente ao seu curso, pois os professores falariam mais a respeito da profissão que esperam exercer. Esse primeiro dia de nosso ano letivo demonstrou que o semestre promete ações de sucesso na Unidade Unibero-Brigadeiro.
Autora: MARINA LOURENÇO ALVES
Revisão: PROFª ALESSANDRA FERREIRA IGNEZ
GALERIA DE FOTOS: ABERTURA 1ºSEMESTRE
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